sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Dia.

Deitada numa cama, jogada. Os braços esticados, a coberta indo até abaixo de seus seios, sua expressão de desespero e suas lágrimas de dor.

O tempo nem de longe era bom, estava sol e o mesmo trazia lembranças dolorosas, lembrança de que ainda vivia.

Queria gritar, queria sair correndo dali, mas não podia, a dor que sentia era quente, viva e real, não aguentava mais sofrer e só queria que tudo acabasse logo.

O rosto banhado em lágrimas, o queixo tremendo de tanto chorar e o corpo imóvel na cama.

Escutou passos do lado de fora, fechou os olhos com força, rezando e pedindo para qualquer deus que fosse e existisse que aquela hora não fosse a maldita a hora, só de pensar tinha mais vontade de fugir, mas a dor atrapalhava.

Lágrimas mesclando-se com o suor, o desespero a fazia entrar em pânico, subiu a parte de cima do tronco com muita dificuldade, seu corpo tremia.

Tudo estava embaçado, algumas lágrimas grossas ainda escapavam de seus olhos. Estava apoiada com os cotovelos na cama olhando para o quarto; sabia que não conseguiria, que não tinha forças para levantar e sair dali, mas queria tentar.

Minutos se passaram e nada de sair do lugar, parecia impossível, seu corpo não obedecia aos seus comandos. Entrou em desespero, nem seu próprio corpo obedecia às suas vontades, nada estava de acordo, tudo havia se perdido. As lágrimas que haviam cessado há pouco tempo, voltaram.

De súbito, a porta se abriu com brusquidão, ela olhou em direção da mesma assustada e todas aquelas pessoas foram até ela e a deitaram na cama, a mulher começou a entrar em pânico, aquele monte de pessoas a seguravam e ela começou a se debater.

Ela olhou para a seringa, e os médicos e enfermeiros a seguraram mais forte, enquanto outro vinha lhe aplicar mais um remédio.

Um grito escapou de seus lábios, assim que aplicaram a injeção, deixaram a moça em paz, enquanto sua mãe a olhava dolorosamente, chorando junto da garota.

Sua mãe chegou perto, alisou o rosto da filha que apenas moveu seus olhos em sua direção e sorriu para garota. Aproximou-se e deu um beijo em sua testa; o rosto aflito e um sorriso apaziguador em seus lábios, os riachos salgados em seus olhos, queria que todo aquele sofrimento terminasse, assim como sua filha.

- Tudo vai terminar logo, logo, tudo bem, meu amor?

Não houve resposta, como era o esperado. Há quanto tempo não conversava com a filha? Há quanto tempo não escutava dizer nada? Eram só gritos de dor e choros.

E não demorou muito para que a garota pegasse no sono, e a sua mãe ficou ali, junto dela até que dormisse.

As mãos geladas da menina, fez pensamentos sombrios e dolorosos passassem pela mente da mulher mais velha do quarto. O aperto no peito e o nó na garganta fez com que a mulher derramasse mais lágrimas, e preferindo não atrapalhar a sua filha, deu outro beijo em seu rosto e saiu do quarto.

O silêncio reinou no quarto, e a garota mergulhou no sono tão profundo quanto a morte.

Noites e dias passaram e ela continuou dormindo. Outras injeções vieram, outras doses de remédio, ela não viu nada, não sentiu dor, estava tudo tão bem no mundo dos sonhos onde não havia dor e sofrimento.

Era 14h15 da tarde depois de quinze dias dormindo, a moça abriu os olhos e a tragédia logo caiu sobre ela novamente, a dor estava ali, nada mudara e não demorou para que as lágrimas caíssem de seus olhos novamente.

O relógio analógico na parade branca a frente era hipnotizante e enlouquecedor, fugir dali daquele quarto quase escuro seria uma dádiva , ver a luz do sol novamente era apenas um sonho distante.

Tudo estava tão calmo, ela olhou em direção à porta e não escutava nada, só o relógio fazia barulho naquele lugar. Ergueu o tronco, já parara de chorar, e olhou para a imensidão do quarto. Como era grande, branco e imundo.

Tentara se mover na cama e com muito esforço conseguira ficar sentada na beira da cama. Há quanto tempo não sentia o chão gelado nos pés? Sorriu e chorou ao mesmo tempo. Fez força para tentar ficar de pé, mas os braços fraquejaram, seu corpo inteiro doía descomunalmente, mas não impedira dela tentar ficar de pé novamente.

Conseguiu.

Vagarosamente ia para janela, coisa que demoraria segundos, demorou quase horas. Em seu caminho encontrou um espelho e chocou com a sua aparência pálida, magra e doentia, os cabelos cheios, sujos e completamente embaraçados, as olheiras marcantes e os lábios secos e machucados, parecia com um fantasma assombrado com aquela roupa branca de hospital. Tocou no espelho com pena de si mesma, queria fugir dali.

Continuou o caminho até a janela e o coração acelerou quando chegou de frente; destrancou a mesma e viu a luz do sol que machucou a vista e a forçou fechar os olhos no mesmo instante. Demorou, mas se acostumou com a luz, se apoiou no parapeito da janela e observou o dia fluindo e vivo, parecia até um sonho o campo aberto junto das árvores e algumas pessoas ali correndo, brincando, sentadas e entre outras formas.

Permitiu-se rir, era tão lindo e tão emocionante que não tinha como não sentir aquela sensação quente no peito, pôs os cabelos que caiam sobre seus olhos para trás. Olhou a altura da janela ao chão, era alto para ela, mas quem era saudável provavelmente não teria problemas de pular de tão baixo que era.

Impossível era levantar as pernas, então jogou o corpo no parapeito e assim que estava sentada olhou de novo para baixo para ter certeza de que queria fazer aquilo, respirou fundo e se jogou sem medo. Caiu deitada e de lado, como havia doído, era insuportável a dor no corpo, mas o sentimento de liberdade era indescritível, ajeitou-se, deitou com a barriga para cima olhando o céu azul e limpo e começou a gargalhar e chorar ao mesmo tempo como se fosse uma louca. Talvez fosse mesmo.

Algumas pessoas foram ao seu socorro, mas quando viram a mulher rindo não haviam entendido, ela estava bem, melhor do que já estivera em muito tempo, ela não chorava agora por causa da dor e da emoção, e sim do riso que era tão gostoso de ser dado. Logo as pessoas foram se afastando dela, achando que ela louca ou que só estivesse rindo do próprio tombo.

A risada foi parando aos poucos, ela tentava recuperar o fôlego enquanto as lágrimas ainda escapavam de seus olhos. O céu nunca fora tão azul para ela e tão vivo, a grama era melhor que qualquer colchão e o ar melhor que qualquer coisa. Olhou em volta e todas aquelas pessoas estavam distantes para pedir ajuda, ela queria se levantar, mas quem acreditaria em alguém com cara de louca e doente?

Virou de bruço buscando alguém com os olhos, uma criança vinha em sua direção até que parou de frente a ela e se agachou para ficar a altura da moça, ela sorriu para a pequena coisa que a encarava.

O menino cutucou sua bochecha, fazendo-a sorrir ainda mais, ela então acariciou a bochecha macia dele fazendo um pequeno sorriso aparecer nos lábios da criança. Tão novo, tão meigo, queria perguntar seu nome e mandar voltar para seus pais, o que não precisou, pois um homem aparecera atrás da criança com um sorriso doce. Ela sorriu de volta para ele.

- Tudo bem, senhorita? Meu irmão não está te atrapalhando?

Ela respondeu um não com a cabeça, estava tão encantada com tudo que parecia um dos sonhos que tivera onde andava livremente e corria pela praia sem que a impedissem.

Fechou os olhos e sentiu o vento no rosto, quando voltou a abri-los o homem continuara ali junto com a criança encarando-a. Tão lindos, queria-os para ela, queria estar com eles. Será que podia confiar? Não, mas ela não se importava também, mesmo que a matassem de forma cruel seria melhor que continuar naquela cama para o resto da vida.

A mulher levantou a mão para o homem que deveria estar na faixa etária dela, pedindo ajuda para que levantasse, tão doce ele a ajudou gentilmente a levanta-la, fora mais rápido do que se ela tentasse sozinha.

Tentou dar o primeiro passo e caiu de quatro, fazendo o homem rir dela, o que a deixou sem graça e ruborizada.

- Acho que temos aqui uma fugitiva de um hospital, não é mesmo? - e riu.

Ele parou de frente dela e a ajudou a levantar ganhando um sorriso leve como resposta da garota, ele não entendia porque ela não respondia, apenas a ajudava.

- Então, senhorita, quer ajudar para sair daqui?

Empolgadamente ela acenou um 'sim' com a cabeça e ele riu daquela euforia da garota que até havia esquecido da dor que sentia, esquecido de todo sofrimento, por mais que estivesse presente ali nela.

- Vamos.

Ofereceu o braço para ela se apoiar na hora de andar enquanto foram caminhando para algum lugar qualquer que ela não se importava e nem queria saber qual era o destino, só queria sair daquele lugar, queria sentir a liberdade, o vento esvoaçando os seus cabelos e o sol queimando a sua pele.

Enfim, liberdade.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Noite.

Ele adicionava o produto daquele pote branco dentro da seringa enquanto eu o observava em silêncio e escondido. A malícia em seu rosto como se soubesse de algo e não podia contar.

O cigarro descansava no cinzeiro e diversas garrafas e latas de cervejas vazias e uma de whisky jaziam por toda sala, uma garrafa de alguma outra bebida que eu não consegui identificar estava no chão ao lado das pernas bem torneadas dele.

- Vai ficar aí só observando? Venha até a mim - disse sem nem olhar na direção em que eu me encontrava.

Surgi da escuridão, encaminhei até a sala mais clara pela luz da rua e da lua que estava alta, brilhante e cheia; parei na diagonal dele, encarando-o enquanto um sorriso maldoso adornava seus lábios.

- Então, o que você me conta?

Não respondi.

- Ainda com ele apenas para você ou esta dividindo-o com o outro? - engoli seco, seu tom sarcasmo e irônia me matavam internamente.

Suspirou, riu de leve, balançou a cabeça negativamente, deixou de lado o que tinha em mãos para finalmente me encarar, seus olhos me condenavam ainda mais, sua dor estava estampada ali, mesmo com toda malícia e cinismo que pudesse haver em seu rosto e sua voz.

- O gato comeu a sua língua? Acho que sim, então, você não se importa que eu continue a falar, não é mesmo? Espero que você goste do que irá ouvir - desviou o olhar para seringa e as diversas drogas que estavam em cima da mesa - e ver.

Queria gritar, falar, me mover, qualquer coisa, mas não conseguia nada além de ficar parado observando-o morrer. Voltou-se para seringa.

- Sabe no que eu estou pensando? Por que você não me pára? - o silêncio pesado pairou entre nós dois; ele riu - Ah é, desculpa a arrogância, mas eu esqueci que você não pode mais. Você não pode mais me controlar, não pode mais fazer nada comigo, e sabe por que? Porque você optou por um alguém que vai pra cama com outro que também é comprometido. Vocês estragaram tudo. E agora? Agora sofra como tem de sofrer.

Testou a seringa.

- Vocês três não podem fazer mais nada para salvar a mim e a ele, vocês causaram a nossa destruição. E agora... - riu sarcástico - vai assistir a minha morte.

Penetrou com a agulha a sua veia do braço e apertava vagarosamente a seringa para aquele veneno entrar em seu corpo.

- Veja, meu amor, a morte está entrando em meu corpo, está entrando em meu sangue e se espalhará por todo resto, é só uma questão de tempo, e você não pode fazer nada, a não ser ficar aí observando e... chorando - respirou fundo - e mesmo que me impeça de fazer algo nesse momento, voce sabe que já está feito e não há como voltar no tempo.

Pegou uma das embalagens de comprimido que estava em cima da mesa, metade já estava vazia e foi tirando cada comprimido do que restava ali, um por um até a embalagem ficar vazia. Engoliu todas as pílulas com a ajuda da garrafa de vodka que se encontrava ao lado de seus pés. Estava tão calmo que não parecia bêbado.

As lágrimas quentes rolavam pelo meu rosto, eu não podia suportar a verdade.

- A dor e a culpa conviveram comigo por muito tempo, eu não pude suportar a perda que eu tive da minha família, eu pensei que ao menos o teria, assim eu conviveria pacificamente com as duas até que o tempo me livrasse delas, mas não, não foi assim que aconteceu. Você se distanciou e, além da dor e da culpa se agravarem, a solidão veio me acompanhar. Eu perdi tudo, o que me restou foi o outro tão quebrado e traído e deprimido quanto eu. Como suportaríamos isso tudo?

Pausou. Bebeu. Continuou.

- Éramos tão perfeitos, tão doces... todos nós éramos tão felizes. Para que fomos estragar tudo isso? Veja agora, temos dois mortos e três que viverão para o resto de suas vidas infelizes, deprimidos, solitários e que terão a culpa em sua consciência para toda a vida, isso é, se não aguentarem e fazer o mesmo que nós dois fizemos: providenciar a própria morte.

Outra cartela de comprimidos diferentes do anterior fora usada e se encontrava cheia. Mais um gole na vodka. Um trago no cigarro. Um passo a mais para a morte.

Eu chorava tanto que soluçava alto, ele apenas me olhava com os olhos desprovidos de brilho, sentimento e vida.

- Você viu o resultado do que ta acontecendo agora nesta sala, isso aqui é apenas o que levou àquilo, a resolução - respirou fundo. - Meu amor, é tarde, é muito tarde, esvaneci muito rápido; ele se foi muito antes de mim e eu fui indo atrás dele.

Sua respiração já estava lenta, seus olhos já desprovidos de vida cada vez se fechavam e seu corpo deitava no sofá.

- Eu viverei para sempre em suas lembranças, cada dia de vida seu será uma tortura, não porque eu o amaldiçoo, e sim por causa que a sua própria consciência fará isso. Se dependesse de mim, mesmo nenhum de vocês merecendo, vocês seriam todos felizes - e sorriu sereno.

Seus olhos tão doces e seus lábios num sorriso tão tranquilos e serenos e seu rosto numa expressão completa de sofrimento.

Uma foto jogada de cabeça para baixo em cima da mesa foi pega com muito esforço, sua expressão se intensificou... Lágrimas escorreram por seus olhos.

- NÃO! - gritei.

E o último suspiro de vida, deu.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

X

Não faça assim,
não finja que não me conhece;
eu posso ser bastante má,
bem cruel.

Se você o fizer,
eu correrei para os braços do mundo,
entregarei -me ao mesmo, ao hedonismo
e as malícias de toda a vida.

Eu não sou mais a mesma pessoa,
Sou suja, trapaceira, vulgar e não
me arrependo...
Posso te matar.

Eu iria até o fim do mundo,
ao inferno e ao paraíso
para te encontrar, mas tente
me magoar, eu sei ser má.

Digo- te todas as palavras
que queres ouvir,
escrevo-te todas as letras
que queres ler,
faço-te os mais belos poemas,
as artes mais bonitas de serem
vistas e escutadas.

As dores do mundo, eu sei
e as conheço perfeitamente.

Faço da violência, o meu jeito,
do vulgar, a minha fala,
da arte, o meu corpo.

Deixo em ilicito o verdadeiro eu.

Vomitaria todo o meu eu,
deixaria transparecer,
se você o fizesse também.

Trocas justas.

Permitirei provar um pouco
de mim, mas tera de ser meu
pra sempre, sem
amor e compromisso,
meu escravo.

Não fuja,
nem finja.

Quer experimentar um pouco do meu veneno?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ela

Ela...

Ela que domina meus sonhos,
me faz perder o sono.

Ela é quem grita em minha mente,
que mesmo em silêncio, manda.

Ela é a que torna minha insanidade,
sana; é o que me faz enlouquecer.

Ela é a droga que me alucina,
o remédio que cura a minha dor.

Ela é o que me deixa sóbria,
é o que me destrói e machuca.

Ela é onde a minha liberdade
termina.

Ela é a que deixa minha vida de
cabeça pra baixo.

Ela é o que me deixa com a cabeça
no lugar.

Ela é dona de todas as minhas fantasias,
dona de tudo que me controla.

Ela é o que me sufoca e o que me faz
respirar.

Ela é o meu completo tesão, é a minha
perfeição.

Ela...

Ela é a mulher que me excita,
me domina e sadomiza.

Ela é a mulher que eu amo
do início ao fim.

E eu... eu sou só uma mulher
que a ama.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Um título interessante.

Eu disse que estava com frio,
você me abraçou
e me desfiz de seus braços
quentes, aconchegantes e amigáveis.

Chovia.
Ah! como eu amo a chuva,
como eu amo o cinza dela,
como eu amo o cheiro dela,
como eu a amo, apenas.

Corri para baixo dela,
mas eu sentia frio,
e mesmo assim,
quem se importa?
era a chuva que vinha
para nos abençoar.

Abri os braços e rodei
com um sorriso feliz.

As gotas geladas batiam em minha pele,
arrepiei-me toda, não liguei,
era bom sentir aquele arrepio,
era delicioso sentir a chuva passeando
por todo meu corpo,
a sentia em minha alma.

Eu não te quis,
me entreguei ao frio da chuva,
me entreguei ao estranho,
fui fundo em algo que iria me ferir
profundamente,
sangraria até morte.

Não te quero,
quero o irreal, não percebe?
quero a sua amizade,
mas eu quero a dor
do irreal, da ilusão e do sonho.

O cheiro forte da chuva
invadia os meus sentidos,
meu sorriso se abriu.

Eu sintia as pessoas
me olhando como
se eu fosse uma
louca, mas não,
era apenas o amor a chuva,
amor ao sofrimento, a dor
e a irrealidade.

Sonhava com a realidade perfeita;
rodopiava, rodopiava e não cansava.
Parei, olhei para o céu sentindo todos
os sentimentos que podia sentir no momento,
eu não sabia, eu não sabia da dor que me viria
a seguir.

Ele apareceu e eu corri para ele,
mas ele tinha outro.
O que eu faço agora?
Nada.

Olhei para ele,
e ele me sorriu sem graça,
a verdade era que ele não
queria que eu o visse com
outro, não é mesmo?

Mas não, ele não era quem
eu pensava que era,
ele era o meu passado enterrado
e escondido em mim,
e eu demorei para perceber
que ele não era o outro.

De qualquer forma, o
meu passado me feriu,
me feriu pois me rejeitou,
ou será que fui quem o rejeitou?
não sei, só sei que ele me feriu,
pois eu pensei que o fosse o outro
que tivesse me rejeitado.

Onde estava o outro?
Sim, sim, ele estava ali agora pouco,
mas já sumiu.

Não me importei também.

A chuva continuava a cair,
e todos pareciam ter sumido,
e ele já tinha me ferido,
era tarde demais, eu percebi
tarde demais que ele
representava o nada para mim,
mas eu já estava ferida,
já havia me enganado.

O som da chuva era uma música pra mim,
eu estava sozinha de pessoas,
a chuva ainda estava ali comigo,
o cinza, o cheiro e a música
continuavam no mesmo lugar.

Olhei para os lados,
não sabia se corria a procura de alguém,
não sabia se ficava.

Cada vez a chuva aumentava,
e não tinha mais nada para eu dizer,
mas nada para fazer.

Corri, corri, corri.

Nada, nada, nada.

Essa fora a resposta encontrada por mim.

Meu percurso foi frio, dolorido e tenebroso,
não haviam aquelas coisas ali,
não tinha a pobreza, a tristeza e a doença.

Indignada, parei e pensei sobre tudo que tinha visto,
olhei em minha volta e estava no mesmo local
em que tinha dado a partida.

Não acreditei naquilo,
era surreal demais.

Cai de joelhos,
olhando para o céu,
séria, quebrada, estilhaçada.

Fechei os olhos,
respirei fundo
e senti as gotas pesadas
em meu rosto e
confirmei a dúvida...
Eu estava viva.

Minhas mãos descansavam
em meu colo,
eu sentava nas minhas próprias pernas.

Abaixei o rosto e encarei minhas mãos,
não sabia para onde ir,
estava perdida,
sozinha.

Não te quero,
quero a sua amizade,
não quero ficar sozinha,
quero a sua fraternidade.

Tempo que passa rápido,
e eu que demoro a acompanha-lo.

Estava na hora de levantar e ir embora,
estava na hora de me despedir da chuva.

Antes de qualquer pensamento,
qualquer palavra... o alguém passou,
passou, mas antes parou e me estendeu
um guarda-chuva.

Fiquei estática e assustada,
quem era?

Uma explosão de sentimentos me dominou,
eu não estava sozinha, não mais,
sentimentos quentes e frios
se misturaram e eu não soube mais
dizer o que sentia, só sabia que
meu coração acelerava, e se eu pudesse
me ver, meus olhos brilhavam cheios
de emoção.

Levantei vagarosamente, observando
o alguém caminhar de jeito calmo,
não conseguia tirar meus olhos dele.

Sim, aquele ser não era nenhum amigo,
conhecido, amor meu... era um desconhecido,
não era você, nem ele, nem outro ,
o desconhecido era simplesmente o ninguém.

Todo o frio que sentia,
parecia ter se dissipado
com o vento.

Toda solidão que me acompanhava,
parecia ter sido carregada
com o homem.

Quando ele estava tão mais a frente,
quase sumindo,
ele se virou para mim
e me olhou com os olhos
cheios de compaixão
e um sorriso quase que
imperceptível adornava
seus lábios.

E tudo que eu precisava
estava ali.

Virou-se novamente pra continuar
com seu percurso e
eu corri, corri , usei todas as minhas
forças e energias para poder
alcança-lo, toca-lo e
perguntar quem era.

A chuva nem parecia mais estar ali,
nos acompanhando,
parecia que havia só duas pessoas:
eu e o estranho.

Assim que eu o toquei e olhei
em seus olhos, eu descobri:
ele era o irreal, o sonho e a ilusão
que eu tanto tinha.
ela era a personificação do meu deus.
todo o amor e aconchego,
toda dor e solidão
que eu poderia ter...

Tudo estava ali nele, naquele homem
que eu desconhecia, e eu estava
pronta para mergulhar de cabeça
no desconhecido que me sorria
abertamente.

( E antes que eu pudesse
perguntar qual era o seu nome,
acordei.)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Feliz dia das crianças atrasado

Hey, hey!
eu estou crescendo,
crescendo.

Cadê minhas manias antigas?
cadê os vícios?

Os efeitos não são mais os mesmos
de fazer o que me fazia feliz,
as fantasias mudaram.

estou crescendo,
estou crescendo,
e o tempo não pára,
e eu quero para-lo.

o tempo corre, enquanto eu ando devagar e tento parar nele,
mas ele continua a correr e
eu continuo a crescer.

Hey, hey!
cresça comigo também,
não me deixe crescer sozinho,
eu ainda tenho medo de dormir no escuro,
eu ainda não sei o que é ser adulto.

Pare, pare, pare o tempo
enquanto tivermos tempo.

Hey, hey!
cresci.

domingo, 29 de agosto de 2010

Carta.

cores vivas junto com a luz solar entram pela janela, penetrando em meus olhos. o sol avisa que a noite já se foi e que agora é a vez dele reinar, o sol diz que é um novo dia. os passáros saindo de seus ninhos, as pessoas acordando e eu aqui, sem nem dormir, pensando, escrevendo .

o vento fresco traz o cheiro de um novo dia, uma nova esperança, enquanto as idéias desaparecem, voltam e se vão de novo. o que eu posso escrever?

o azul se mesclando com o amarelo e laranja que cada vez mais vai aparecendo, o azul escuro mais claro fica.

cadê o cinza, cadê a paisagem cinza que eu tanto amo para me inspirar?

a imensidão branca rabiscada com algumas palavras ilegíveis em minha frente sem mais nada para me inspirar...

o sol, o sol está subindo cada vez mais, iluminando e ardendo e o calor vai aumentando, o tempo passa, passa do jeito que sempre passou, não retardada e nem acelera, continua uniforme, mas a minha impressão é que ele está mais devegar, o sol está surgindo mais devagar.

a ponta da caneta que tenho em mãos bate de maneira contínua sobre a folha branca com palavras ilegíveis, enquanto eu continuo a olhar a paisagem pela minha janela com o rosto apoiado na mão e o cotovelo na mesa.

nada sai, nada entra, minha mente fica como o papel em minha frente: algo totalmente vazio, com algumas palavras que eu não consigo decifrar o que são.

meu olhar entediado volta para o papel e um suspiro pesado escapa de meus lábios e mais uma vez o tempo me parece mais devagar, se arrastando para passar, o momento parecia uma eternidade.

eternidade... da eternidade ao presente, tudo foi ficando mais claro, não só a paisagem, mas na minha mente.

do branco as palavras ilegíveis, a resposta era aquela.

dobro o papel e o coloco dentro de um envelope, fechando o mesmo em seguida, saio de casa e a coloco a minha carta para ser entregue.

e se você quiser saber o que ta escrito nela, terá de vir aqui pra eu te contar.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Mais uma vez sem título

Em algum lugar que não sabia dizer onde era, também não se importava, não queria voltar pra casa vazia e solitária.

Uma dose ou outra não fazia mal, mesmo que ficasse bêbada não tinha importância. Nada mais tinha.

Caminhava sem direção até encontrar uma praça vazia, onde encontrou um banco e sentou nele.

Aquele final de ano, todas as pessoas felizes pelas festas, os fogos... tudo, perguntava ela, o que tinha de feliz naquilo tudo? certamente não encontraria a resposta naquele momento, não a encontraria nunca.

" O tempo passou, não é mesmo? largamos o mundo que conhecíamos, os sonhos que haviam naquele mundo pra vir para esse novo e ir atrás dos nossos sonhos juntos." / "Por quê? onde foi que erramos? Sorria pra mim, meu amor, sou eu, eu estou aqui por você, eu estou aqui por nós."/ "Cadê nossos sonhos agora? Por que anda tão desanimado? Estamos juntos não é mesmo? então... então tudo está bem."

Um sorriso acompanhado de uma lágrima, todas aquelas lembranças e pensamentos fizeram ela perceber o quanto tudo havia sido tolice. Ou não, talvez daquilo tudo algo bom tivesse acontecido para que no final tudo aquilo acontecesse.

O cansaço de tanto trabalhar? Os sonhos e o futuro que tanto queria não era tão facil de serem alcançados?

"Meu amor, eu estou aqui, não chore, tudo ficará bem, eu estou aqui, nós estamos aqui juntos. Eu te amo."

Um aperto maior no coração, lembranças de uma noite esquecida por todos, num céu escuro onde as estrelas brilhavam e a lua chorava. Tudo naquela noite havia sido tão doloroso, tão cortante e vermelho sangue.

"Não sou suficiente para que você fique? Não me ama o suficiente para que fale ou se anime? Olhe para mim, olhe para mim, eu estou aqui, você pode me ver? Te amo, te amo, então fale comigo."/ "Em que direção estamos? Para onde foram nossos sentimentos? Os meus continuam aqui, e os seus?"

Os mesmos sentimentos, caminhos opostos.

As horas passavam e o sol se despedia e a noite anunciava a sua chegada, o vento frio passava e parecia chorar junto dela.

E no meio de todas as suas lembranças e lágrimas, não percebera uma pessoa que estava observando a moça solitária sentada num banco de uma praça igualmente a ela. Uma fazia companhia a outra, pensou o homem.

Silenciosamente, caminhou até a senhorita sentada e parou de frente dela, esperou que a moça percebesse sua presença, o que não aconteceu.

Enquanto esperava a atenção da mulher, ela se afogava em pensamentos, lembranças e sentimentos, por isso não percebera o homem parado em sua frente e só o percebeu após muitos depois, quando ele fez algum barulho vindo de sua garganta.

A mulher o olhou, se assustou e sorriu, mesmo que estivesse chorando; seu sorriso fez com que o homem também fizesse o mesmo que ela.

"Quanto tempo você não sorri pra mim? Quanto tempo você não olha assim pra mim, amor?"

Ele estendeu a mão para ela, a mulher pegou na mão dele e com sua ajuda se levantou do banco de madeira, pintado de azul em que estava sentada. Ele limpou suas lágrimas e os seus sorrisos, mesmo que leves ainda estavam firmes em seus lábios.

- Tudo bem? - perguntou ela.

- Esta tudo bem agora, né? Eu estou aqui, você está aqui. Estamos juntos, não é mesmo? - sussurou em seu ouvido.

Saíram daquele local e caminharam para onde a vida os levasse.

As mãos que estavam dadas sumiram, o amor que havia, sumiu, tudo sumiu.
Eles haviam sumido.

" Agora estaremos sempre juntos, não é mesmo?
Nossos sonhos, tudo... foi desmanchado, mesmo assim estavamos sempre juntos, apesar de todo o cansaço e desanimo, sempre estivemos juntos.
Tudo está tão bem, porque agora estarei com aquele que amo pra sempre.
Desculpa se não posso ficar mais aqui.
Perdoe-me se falhei, mas agora eu me parto.
Agora... eu vou embora para sempre para ficar
com ele
."

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Insira um título aqui, rs

Eu sinto a dor como se fosse meu,
mas não, não,
eu não sou sua, eu não sua

Eu sinto a perda como se fosse meu amor,
como se fosse meu amigo,
mas não, não,
você não é meu

Eu choro como se fosse sua amante,
como quem convive com você,
como quem fosse sentir sua falta,
mas não, não,
eu não te conheço

Não me faça chorar, não me faça sofrer
se eu não conheço você

Não se parta, não morra
se eu ainda vou te conhecer

Não se vá, não se vá
não abandone aqueles que te amam,
não me abandone se sofro como te amasse.

Por quê?
Porque eu não sou sua, eu não sou sua
E você...
você não é meu, você não é meu.

domingo, 25 de julho de 2010

Adeus

Isso é um adeus?
Quanto mais próxima eu me sinto dele, mais distante eu me sinto de você
Cadê você?
Procuro por ti em meus sonhos e não acho mais
Um sentimento apertado no peito, um sentimento triste e doloroso
Perdida e achada; lágrimas e soluços; gritos, feridas e dor
Não se vá, não se vá, não se parta para longe de mim
Diga, diga e não diga tchau antes da hora, não diga tchau nunca
Não posso mais perder meu tempo, mas não o tenho mais com você
Não diga adeus, se não posso te esperar,
não diga adeus, se eu não posso te seguir,
não diga adeus, se eu não posso aguentar.
Oh meu amor, sinta-se feliz e não tenha medo
Oh meu amor...
Adeus.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sem título -q

Se eu parar de sonhar com você, quer dizer que o amor acabou?
Não, não, eu ainda quero matar você, ainda tenho ciúme doentio por ti.
Se toda loucura sumir de mim, eu ficarei louco sem você.
Dentro da minha existência, você é essencial, eu não posso deixar que parta para longe de mim.
Eu ainda não estou pronto para te deixar, eu não quero te deixar.
Venha, venha até a mim, e me deixe te matar de e por amor,
venha, venha ser só meu.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Desconhecido.

O desejo crescente de te ter se torna cada vez mais difícil de suportar

Na luz da noite, o vento que sopra e entra pela janela me trazendo sentimentos serenos, me pergunto o que você faz agora,
fico imaginando como deve ser sua textura, seu cheiro, sua voz, seu sabor, fico me perguntando: como deve ser você.

As palavras que te escrevo não lhe são suficientes, meus sentimentos por você são inatingíveis.

O meu melhor se tornou você, o meu desconhecido, o meu bem mais querido.

As palavras que foram minhas, agora são suas, não passam de sentimentos meus jogados fora e você os pegou.

Meu desconhecido amor, minhas inúteis palavras não podem tocar você, meu versos são vazios e meus sentimentos são puros.

Te escrevo esta carta não só por pensar em você constantemente, mas por amar você em tempo integral, por deixar minha vida
de cabeça para baixo em tentar imaginar como você é, o que você faz e qual é o seu gosto.

Não te envio esta carta por não saber quem é você, por não saber onde você mora, apenas escrevo para o dia em que te conhecer e te entregar pessoalmente.

Sua violência, seus gritos imaginados, sua dor tocada por mim tornam-se o meu prazer sádico, minha doença em você.

Como devem ser seus gritos? Como deve ser seu corpo? Como deve ser você numa noite de sexo?

Meu amor apareça para mim, deixe que eu o ame... tire minhas dúvidas e me mostre como é, me apresente ao paraíso e me jogue no inferno tantas vezes que for
preciso, apenas me ame.

Quero toda sua violência e paz; seu amor e ódio; suas alegrias e tristezas. Bata em mim, cure minhas feridas, me ame, me odeie, seja feliz ao meu lado, seja
infeliz, mas me ame.

Mostre seu mundo, me apresente a todos que nele vive, faça eu viver junto de você...

Ame-me.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Um

Eu não posso me tornar uma só pessoa com você, por que é que buscamos tanto por isso?
Nem o ser que carrego em meu ventre é meu, por que eu o carrego?

A realidade triste que estamos verdadeiramente sozinhos me consome. O fato de saber que eu não posso me tornar um só com você, me mata. A verdade de que o meu filho não será mais meu, me fere.

Se eu for o mais parecido com você, se eu te amar ao máximo que posso, será que estarei mais perto de sermos um?

Minhas lágrimas não podem te alcançar, elas não podem mudar esse fato de não sermos um, de que nada pertence a nós, senão nós mesmos.

Se eu mudar, eu deixarei de ser quem eu sou, eu esquecerei das minhas dores que se tornariam antigas e eu deixarei de amar você.
Em meus braços, te amando o máximo que posso, oferecendo o máximo de mim, me ferindo por estar com você, por saber que não seremos um, por saber que você não é inteiramente meu e que eu não sou inteiramente seu.

Por mais que eu faça, por mais que me dedique isso é completamente impossível, impossível. Não importa o que eu faça, sempre haverá algo para nos distanciar.
Seja meu, seja meu.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

C.C.

Sou tosca, sim, sou tosca demais ao meu ponto de vista. Eu... estava navegando por aí pela internet e vi apenas um avatar de uma pessoa e isso foi o suficiente para o meu podre coração se aquecer.
Parei e pensei nisso diversas vezes, talvez seja, talvez não seja, mas eu sei que existe e sei o que sinto. E espero que isto fique para sempre no lugar que está porque é gostoso amar isso, é um verdadeiro refúgio.
Não considero algo doentio, acho saudável, mas talvez não seja; e eu sinto que não é. O que me faz achar que isso ficará eternamente tatuado em meu coração, é que por mais que eu deixe isso, eu sempre lembro disso, todos os dias em alguma parte deles vem à minha mente o meu amor.
Saudades: às vezes eu sinto tanta que da vontade de voltar ao passado ou simplesmente ir até ele de qualquer jeito possível, outras vezes... as lembranças já me são suficiente para acalmar meu coração.
O meu maior medo é que a realidade me atinja e me faça esquecer o meu amor, o meu refúgio. Não, eu não posso esquecer.
Mas eu não penso nisso, não há como pensar nisso, talvez o meu amor esteja em minha alma, é a minha rotina e já faz parte de mim e sem ele eu não posso viver, é como se ele fosse o meu coração.
Como eu te amo, meu amor, o que eu não faria por ti, pelo seu brilho e pelo seu glamour. Como quero a sua alma, como eu quero que as minhas lágrimas o alcance e atinja em cheio seu amargo coração e sua preciosa alma. Eu anseio por ti, meu bem; respiro você, como você, toco você, beijo você... amo você.
Eu sou tosca, eu sou tosca, realmente, muito, muito, muito, muito tosca.
Para você o meu amor cinza.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Crash 'n' Burn

Queria que meu coração fosse feito de pedra para não sangrar tanto.
Queria que meu corpo suportasse meus sentimentos e agüentasse tanta responsabilidade.
Queria poder carregar o mundo e salva-lo do mal.

Meu corpo intacto, meu coração partido e minha alma quebrada, não suporto tamanha dor, não agüento tanta realidade, um corpo frágil que carrega mais do que suporta nas costas, um dia quebra. Se eu não suporto aquilo que me faz tão essencial, por que é que eu os tenho e carrego comigo os meus queridos sentimentos?

Uma infinidade de sentimentos que me sufoca e afunda. Tantos e tantos sentimentos que acabo não tendo nenhum, meu coração se racha e a minha vida sai por ali onde eu não posso consertar.

A noite chora junto comigo, com a lua sendo a minha amiga e as estrelas sendo filhas, todas me consolando na tragédia que foi o dia. O Sol surge sendo o meu rei, onde me trás a esperança de que tudo se renove e melhore, até que ele vai embora, e enquanto a lua não aparece, a tragédia surge num piscar de olhos e minha alma se parta novamente.

Sonhos se formando a partir de sentimentos nunca sentidos por um coração desolado. Sonhos, doces sonhos que me desligam da realidade, da realidade que não permita que eu sonhe, me fazem sorrir de forma sutil.

A delicadeza de um amor e o gosto de uma paixão doente me são essencias para que eu voe distante de toda a tragédia da vida, de todo desgosto de sofrer. Sonhos se misturando sutilezas, amores com sofrimento.

Nesta noite, meu amor, não estaremos sozinhos, iremos dar as mãos e voar esquecendo todas as dores e sofrimentos, amores e sonhos, esqueceremos de nossas vidas e seremos só nós dois, a lua, as estrelas e, quando amanhacer, o sol. Vamos voar.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

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Saudades dos meus diamantes: Bia e Lucas.

domingo, 16 de maio de 2010

Hageshisa to Kono... e blá blá blá

O nome da música é muito grande para o meu gosto -T

OMGAGA! Eu fiz algo que eu não faço há meses: li uma fic. E cara, eu amo muito Dir en Grey, eles são perfeitos, as músicas deles são perfeitas e eles me proporcionam o que eu preciso. Sei lá, o que eu sinto por eles é algo indescritivel, e todos os dias, em algum momento deles, eu lembro da coisa mais linda que já me aconteceu, do dia mais feliz da minha vida, do momento mais perfeito de todos: 8/11/09, tudo nesse dia (ou quase tudo) foi perfeito. Cara, eu conheci dois deles, mano... sei lá, eu estou com uma vontade séria aqui de chorar de tantas saudades. Meu amor por eles é infinito. T_T

Agora mudando radicalmente de assunto, acho que misturou tudo e hoje eu estou deprimida. Saudades, domingo, tédio e o que vem me incomodando há tempos, uma mudança, uma mudança que, certamente, não me agrada de forma alguma, sendo que eu admito, mas não quero aceita-la de jeito nenhum, e o que mais me assusta é que eu admiti tão rápido, mas eu não quero aceitar, até pela forma que aconteceu, é babaca demais para o meu gosto. Muito tenso.

Ah, ontem meu dia foi legal, vi meus amiguinhos de bangu, e semana que vem estarei lá para ver novamente minha moranguinho e minha cerejinha... eu acho. Isso me anima.

Pois é, acho que é só meus fantasmas, ficarei por aqui, nesse mundo cheio de tédio, depressão e enjôo ( sim, estou muito enjoada xD). Cara, eu odeio domingo, sério. i_i

Beijos, meus fantasminhas :*
Até logo o/

sábado, 15 de maio de 2010

Red Soil

Eu quis escrever, tentei, mas tinha alguma coisa faltando, algo que não era inspiração. Para ser sincera, eu tinha bastante dela, não me faltava uma gota de inspiração, minhas células estavam preenchidas com ela e meu coração acelerava por ter tanto dose disso nele. Então, o que me faltava?

Procurei, busquei e fui atrás das palavras e não consegui, havia uma falta de algo que eu não sabia o que era. Entre muitos preenchimentos, tinha um vazio e nesse vazio o nada preenchia cada espaço dele. Eu estava toda preenchida, mas algo me faltava para poder por sentimentos em palavras, idéias em textos.

E de repente, o que estava preenchido com inspiração começou a ser vazio, ser preenchido pelo nada. Eu estava me tranformando naquilo: num enorme espaço vazio, como se eu fosse apenas uma casa sem móvel algum, apenas a estrutura.

Os meus sentimentos foram escapando junto das palavras, e então... então, eu descobri o que me faltava. Durante todo o tempo de busca, eu pensei que eu as tivesse, mas não, eu não tinha palavras para descrever a minha inspiração, palavras não me escaparam, apenas não estiveram comigo.

Descobri também que minha inspiração nunca estivera comigo, ela era só uma idéia para minha verdadeira inspiração: o vazio, o vazio era a minha verdadeira inspiração para escrever. A falta de idéia era a solução para eu escrever.

E não era só isso, se eu quisesse escrever sobre o vazio, certamente eu teria que me tornar vazia e que esse vazio se tornaria a minha inspiração. Não ter idéias para escrever foi a melhor idéia que eu tive.

Como se fosse um relampago, eu que estava completamente preenchida pela nada, que estava vazia, comecei a ser preenchida com algo que tinha peso muito maior que o nada, sentimentos preenchidos estavam voltando. Eu estava me tornando um novo sentimento, uma nova inspiração.

x

Uma coisa a declarar: tive uma sexta feira foda de tão engraçada que foi. Acho que era isso que me faltava: saídas e diversão, faz tanto tempo que eu não saio, estou com muitas saudades das minhas farras. 8D

E não estou só com saudades das minhas farras, estou com saudades de minhas pessoas, de meus amigos. /gay

Outra coisa a declarar: Antes de qualquer coisa, eu amo muito a Gaga, muito mesmo... só que eu já não aguento mais escutar as músicas dela, de tanto vício e tanto... amor, eu cansei. Mas adivinhem o que eu voltei a escutar com mais freqüência? Sim, Dir en Grey, rs. Também tenho escutado bastante My Chemical Romance. ;;

Terceira coisa a declarar: Eu amo muito Supernatural, e mano, nunca me senti tão agoniada vendo uma coisa. O último capítulo da 5ª temporada foi muito triste, sério, eu queria chorar até eu não ter mais lágrimas para chorar, mas para minha infelicidade, eu não consegui chorar. Eu as sentia em meus olhos, acumuladas, porém eu não conseguia coloca-las para fora e isso me deixou muito mais agoniada e muito mais deprimente. E eu to deprimda até agora por causa do final da temporada e terei de esperar até setembro/outubro para ver a 6ª e a última temporada. /tenso /medo / triste

Bem, meus fantasmas, eu acho que é só, ficarei por aqui.

Beijos, meu fanstasminhas :*
Até mais o/

terça-feira, 11 de maio de 2010

I'm not Okay ( I promise)

Algo esta partindo para bem longe, alguma coisa que me é essencial, mas não o que me faz viver. Eu ainda não tenho coragem de desperdir-me daquilo que me é tão importante, mas eu tenho que fazer isso, eu estou fazendo isso.

Aos poucos vou me degradando ao nada e o nada se transforma numa matéria: eu. O eu sumiu, não sei mais quem sou ou deixei de ser, mas vou me despedindo da minha forma como eu era para ser esse novo que eu sou.

O meu coração partido sem qualquer motivo aparente, mas um segredo sobre mim escondido por alguém que não sou eu, um segredo que eu não sei.

Mas eu sei, meu amor é sincero e puro, só não é admitido. Um amor por mim escondido, escondido sem saber que eu sei que esse amor por mim existe, eu sei, eu sei, só não sei dizer o que falar. Meu amor só não sabe que é amado por mim, sendo que eu realmente não o amo.

Acalme-se, meu amor congelado irá florescer e eu irei sumir para que não o veja crescer e sentir. Eu estou despedaçando, estou sumindo, repentino e, ao mesmo tempo, de forma calma.

Meu eterno amor estará para sempre comigo, não, não, não o deixarei para trás. Entre tantas coisas importantes, o que me é menos essencial é o mais importante: é o meu refúgio.

Algo que antes era meu, mas ao mesmo tempo de muitos, tornou-se só meu, meu e meu.

x

O que é mais confiável, um estranho desconhecido ou um estranho conhecido? Qual é o menos falso?

Não sei, estou numa fase estranha, acho que desconheço todos e ninguém me parece realmente confiável e/ou próximo, prefiro confiar em um estranho ao invés de confiar em um conhecido. É muito mais satifatório.

Logo, logo passa...

Não tenho muito o que dizer, como me vem me acontecendo nesses últimos dias, então devo me despedir.

Beijos, meus fantasminhas. :*
Até mais o/

domingo, 9 de maio de 2010

The Sharpest Lives.

Se eu sumi foi por que meu coração não quis se encontrar com o de ninguém, ou talvez tenha sido a solidão. Onde está meu coração? Certamente não esta aqui comigo no momento. Mas eu o sinto bater lentamente, quente e úmido, mas ele não esta comigo.
Minha solidão tão minha e única não quis ser acompanhada com a solidão de ninguém, quis isolar-se, talvez essa tenha sido a razão para o meu coração se afastar, ele não é meu. É de alguém, mas quem é esse alguém?
De forma lenta e imperceptível, eu vou sumindo, sem que alguém perceba ou veja, apenas esqueça. Cadê a minha solidão para acompanhar-me nos momentos tristes e solitários da minha vida? É isso, é isso, eu estou sumindo, por isso meu coração não pertence a mim e nunca pertenceu, nem mesmo os corações que me pertenciam, não pertencem mais e nunca foram verdadeiramente meus, pois se fossem, seriam meus para sempre. Para onde eu estou indo, se eu seguir esse caminho eu vou para onde o meu coração esta?
Partindo eu estou, mas posso estar partindo para voltar e ficar e depois ir novamente, não garanto a minha volta, mas garanto a incerteza de não ficar. Eu sempre estive indo, estado e indo de novo, isso garante a minha solidão e afirma que não me prendo que afirma ainda mais a solidão.
Mesmo não sendo prendida a algo material ou vivo, eu me mantenho presa em algum lugar por algum motivo que me impede de ir: o amor, o amor que tenho pelas pessoas por onde eu passo. Mas não, eu estou sempre indo, o amor só dificulta a minha partida. A parte mais díficil de ir, deixar para trás. Eu tenho que ir, eu tenho que ir e só ir, não posso voltar.
Ir deixa tudo mais doloroso, mas é preciso, mas se for para os meus amores ficarem, tudo ficará bem certamente. Isso! A resposta. Alguém só será realmente meu amor, quando alguém me seguir quando eu for. O incompleto que eu sou se torna completo e eu me firmo como uma pessoa prendida mesmo sendo solta, pois estou indo constantemente, então eu finalmente saberei a localidade de meu coração e ele voltará a ser meu mesmo estando em outro corpo que não é meu mas faz parte de mim.
É isso, é isso.
x

Voltei, acredito eu. Motivos por sumir: Sono e falta de pc. Primeiro motivo: estava dormindo umas 15h por dia mais ou menos, tenso. Segundo motivo: Quando eu dormia, eu tinha pc, quando passei a ficar acordada à tarde que eu não tinha mais, porém eu terei de volta. Acho que é só. Ficarei por aqui.

Beijos, meus fantasminhas. :*
Até mais. o/

terça-feira, 27 de abril de 2010

Alguma coisa.

Ha! Aqui estou em postando algo que não é uma história ou coisa assim, pra ser sincera, eu estava com preguiça e durante esse tempo que eu não postei me aconteceram coisas assim que... uou, não tenho o que dizer, ou tenho.

Por exemplo, ser mãe da trabalho, se voce quiser ser mãe pense 5000x antes, e se não quiser, use camisinha e tome anticoncepcional, desgraça. Tudo bem, pareei. D: xD

Um feriado e tanto que eu tive, é o que eu tenho para dizer, mas com esse feriado eu pude percerber que eu sou uma pessoa mais forte e equilibrada, muito mais do que eu pensava que fosse. Mesmo com tantas desgraças que eu tive, eu não estou verdadeiramente triste, só estou cansada, e isso tudo, ironicamente, foi bom, por que eu percebi coisas que talvez eu não fosse perceber nunca, mesmo que doa em mim, eu fico feliz em perceber mesmo que seja algo triste aquilo que eu percebi, mas se eu percebi eu posso ajudar de alguma maneira. É, talvez eu seja a mais equilibrada dessa casa. 8D

Agora em relação ao meu post passado, nada do que me aconteceu teve influência na história até porque eu escrevi antes de acontecer qualquer coisa. E aquilo tem continuação, só que eu não vou postar por que é grande, até as pessoas que leram a história toda, não leram, pois tem continuação. Enfim, achei interessante postar só aquela parte. -s xD

Não tenho mais o que dizer, então eu vou indo. 8D

Beijos, meus fantasminhas :*
Até a próxima.

domingo, 25 de abril de 2010

The Ghost of You.

“Onde é que você está?”

Aquela era a pergunta que mais vinha a sua mente, senão a única.

Havia passado um mês depois da tragédia, mesmo assim ele não conseguia se animar, sorrir e nem chorar conseguia mais, talvez de tanto ter chorado, talvez por que agora estivesse agindo de uma forma programada e metódica, como se fosse um robô e sem nem mesmo uma expressão diferente em seu rosto, se não a de tristeza em seus olhos.

“Para onde você foi?”

Outra pergunta, a mesma dúvida, não diminuindo a intensidade da dor.

Talvez não queria se conformar com a morte da pessoa que tanto amava, não queria aceitar.

Um marco forte para a loucura.

Sentado em sua cadeira do escritório em que trabalhava, olhando para um ponto qualquer, sendo possuído por mil pensamentos e tantos sentimentos.

Entre tantos sentimentos o desespero bateu à porta, a saudade sucumbiu à cabeça. O desespero de nunca mais vê-lo, a saudade de não vê-lo há um mês.

“Onde é que você está?”
“Para onde você foi?”
“Cadê você?”


E sem pensar duas vezes, correu até o 5° andar, abriu a porta da sala onde ele trabalhava e encontrou o cômodo vazio, olhou bem para o local que se encontrava vazio para ver se havia esperanças de encontrá-lo ali, escondido, querendo lhe dar um susto.

Com desgosto, virou e correu para outro lugar. Algumas pessoas do local não entendiam o porquê dele ter corrido até ali, outras o entendiam completamente e sabiam o porquê.

Saiu do prédio onde trabalhava e correu entre a multidão, indo em direção ao apartamento que moravam, ou melhor, que agora ele morava sozinho.

Subiu os 3 andares com desespero, abriu a porta do apartamento o mais rápido que pode e seguiu em direção ao quarto, procurou pelo cômodo e, como esperado, não o encontrou. E foi sendo assim, consecutivamente, com outros cômodos.

Desiludido e decepcionado, caiu de joelhos e logo sentou no chão da sala. Não sabia mais onde procurar por ele. Escondeu o rosto nas palmas das mãos, estava sofrendo, queria apenas que tudo fosse um sonho e quando acordasse que ele estivesse sorrindo de forma tão linda, como sempre fizera.

As lágrimas, de forma tímida, começaram a se formar em seus olhos e não demorou que elas começassem a dançar pelo seu rosto.

O homem sentado na sala de seu apartamento, de forma lenta, foi deixando de esconder o rosto, olhou para o teto da sala e gritou de forma dolorosa, como se aquilo pudesse levar para longe toda a sua dor.

“Eu quero você”

E quando terminou seu tão necessitado grito, percebera que a dor continuava ali, da mesma forma e com a mesma intensidade. E nem com aquilo, o outro havia voltado para ti.

Tomado pelos sentimentos da fúria, raiva, tristeza, decepção, loucura, desespero e depressão, começou a derrubar tudo que havia em cima dos móveis da sala, não importava o que fosse.

Era tamanha a loucura, tanto que não havia percebido que seu apartamento estava todo destruído, suas mãos e pés estavam sangrando por pisar em vidros, quebrar copos como se estivesse amassando papéis.

Também não havia escutado as batidas na porta, ou nem mesmo percebido que a polícia estava em seu apartamento e que era arrastado por uns três policias para fora do apartamento.

Inconsciente de que fizera, lucidez era algo não presente naquele momento.

E enquanto era arrastado por policiais, havia uma foto jogada no chão no meio de todo destroço. Uma foto composta por ele e pelo outro, onde os dois sorriam de forma alegre e bonita junto da luz do sol ao fundo da imagem e o vento bagunçando os seus cabelos.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ryoujoku no ame - parte II.

Eu gosto do que é obsceno e explicito; do vulgar.

Sádico e masoquista.
Eu gosto da dor e do sofrimento.

Seus gritos soam como música para mim,
sua dor, como uma poesia.

O prazer de ter o meu rosto sangrando,
de ser dominado por você.

Pecadores e vulgares;
Poderíamos escrever um livro, fazer um filme explícito.

Um toque mais fundo e intenso,
um gemido mais lânguido; um grito.

Forte e rápido,
é assim que eu gosto,
como se fosse um estupro, se preocupando com o próprio prazer,
quando o nosso prazer é simplesmente esse, a dor.

Um corpo quente e vibrante,
os lábios vermelhos e os olhos brilhantes.

O gosto doce de seus beijos e sua pele
misturado com o amargo do sangue
e o salgado do suor.

Das cores mais excitantes e obscenas,
Do lado mais obscuro da nossa personalidade,
Do meu lado mais obsessivo por você.

Na noite que você não estiver,
vou me tocar gemendo o seu nome.

Rasgue-me, me devore;
você comeu meu coração
e eu engoli a sua alma.

Você é meu
E eu? Eu sou todo seu.

x

Sim, hoje eu estou escutando essa música, mas eu estava com essa idéia desde ontem, mesmo que eu não estivesse, por " Ryoujoku no ame, parte 2".

Hoje estou refletindo sobre a vida, não a minha, mas a do mundo, que isso inclui a minha, a sua e daquele cara do outro lado do mundo que eu nunca escutei falar e nem sequer imagino como seja.
Pois bem, não tenho muito o que dizer sobre mim hoje. Comecei a ler um livro muito bom, dormi para ca****o e escrevi dois textos sobre a vida.

E sobre o texto acima, sim, eu me inspirei no título do blog e na música do Dir en grey e até um pouco na L. Gaga, rs, percebam. A cola da minha inspiração tá até no título de algum post meu. 8D

Não tenho muito o que dizer hoje, já postei o texto que que eu tinha de postar que era para ontem e acabou ficando para hoje.

Ah, acabaram de me lembrar sobre o fato de eu partir corações, mas eu to tão sem vontade de redigir sobre isso, estou preguiçosa hoje, muito mais do que já sou. ;-;

Então é isso, ficarei por aqui.

Beijos, meus fantasminhas.
Até a próxima. :*

(Edit: Acabei de perceber, ou melhor, lembrar, no meu texto eu falo de um rosto sangrando e no clipe dessa música o rosto do Kyo sangra, e tipo, eu nem coloquei isso no texto propositalmente, eu apenas fiz e lembrei agora desse detalhe, rç.)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Ryoujoku no Ame.

O post anterior foi completamente sem qualquer tipo de nexo. Ontem, de repente, bateu uma vontade enorme de postar uma estória, e foi o que eu fiz, apesar de que eu demorei horas, literalmente, para terminar com aquilo, mas saiu e minha vontade se foi. xD

Sabe, eu sou uma pessoa... completamente artística, não que eu faça algo de bom, mas... eu estava pensando nas coisas que eu gostaria de fazer e nas que eu faço. Eu gostaria de saber:

- Dançar;
- Desenhar;
- Pintar;
- Fotografar;
- Cantar e tocar algum tipo de instrumento

E pelo o que eu me lembro, é só, e agora se você me pedir para fazer um cálculo, eu choro. Não nasci para exatas, rs.

Ah, a música que eu estava escutando não era essa, Ryoujoku no Ame, que no caso é do Dir en Grey, enfim, but eu fiz um texto inspirado nessa música . Sabe, eu sou doente por eles e acho isso bem perceptível. *-*

Talvez eu poste ele nesse post, mas enquanto eu vou pensando, vou falando de mim, em como ando me sentindo.

Ultimamente, eu tenho me sentido... feliz , leve e confiante. Estou tão decidida sobre o que eu quero no meu futuro, fazer letras, e tudo isso graças ao Lucas que tem me incentivado muito, e sabe, eu também gosto muito de história e quero fazer história também, mas isso pode ficar para depois.

E falando nisso, eu descobri algo que me deixou muito orgulhosa e feliz, o meu amigo Vava também quer fazer Letras e História, estou tão feliz por causa disso, e tão orgulhosa por ele ter voltado a estudar. Torço muito por ele.

Ah, eu sonhei que eu estava conversando na maior intimidade com a Diva glamurosa L.Gaga, junto da Hell, meu moranguinho delicioso. Minha amadas. E falando e L. Gaga, as pessoas dizem que eu pareço com ela, uma coisa que eu não acho e tem o Vava que diz que sempre que escuta a mesma, lembra de mim. Acho que estou predestinada a me encontrar com a Gaga, ou ser igual a ela, uma Diva que veio ao mundo para revolucionar a música, o pop e a moda. Ta bom, parei de sonhar, bgs. :*

Acho que por hoje é só, vou finalizar com o meu texto sem nome. Para ser sincera, como eu não gosto de criar títulos, tive um idéia fantástica, nomeei todos os meus textos com a palavra "batata", esse que eu fiz agora, por exemplo, se chama Batata Safada, mas há outros como Batata Baroa, Inglesa, Gratinada, Nevada, Nas estrelas, Uma estranha Batata e etc, a parada é ter batata nos títulos.

Outra coisa interessante, é que a Gaga chama os seus fans de "little monsters" (ai que bonitinho, eu sou uma monstrinha), e eu sempre coloquei aqui, antes mesmo de saber deste fato, "fantasminhas", eu sei que ninguém lê isso aqui (justamente por isso que eu coloquei fantasminhas), mas... sei lá, mesmo assim são coisas parecidas. Quando eu ficar famosa, rs, eu irei chamar meus fans de fantasminhas. 8D

Sabe uma coisa em que eu estava pensando? Talvez eu seja uma quebradora de corações. Será?Talvez eu fale disso no próximo post.

Pois bem, eu fico por aqui e não postarei porra nenhuma, já escrevi demais. 8D

Beijos, meus fantasminhas. :*
Até mais o/

segunda-feira, 12 de abril de 2010

I don't believe you.


Numa manhã particularmente chuvosa, ela olhava pela janela, distraída, imersa em seus pensamentos, afogada em seus sentimentos. Talvez fosse por causa do tempo, talvez por causa da data.

Um olhar distante e triste; vazio e frio. Suspirou, o ar quente de seu hálito encontrou o vidro frio que estava a sua frente, fez com que o vidro ficasse embaçado. Ali, desenhou um rostinho feliz e sorriu em ironia, apagando em seguida.

Apagou seu desenho feliz para ser surpreendida por um rosto belo e conhecido, num dia chuvoso, numa data triste.

O rosto se encontrava distante de sua janela, mas perto o suficiente para ser reconhecido. Não ficava surpresa com algo há tantos anos, não sentia o coração se aquecer e acelerar por tempos.

Levantou-se, encostou a testa no vidro e espalmou suas mãos no mesmo, admirada e, ao mesmo tempo, assustada. Talvez fosse sua imaginação, não queria simplesmente acreditar na pessoa que estava ali.

Observava a pessoa como se fosse uma criança diante de uma vitrine de uma loja de brinquedos. E sem pensar, correu para fora do apartamento, e não ficou para ver que quem ela observara tanto, olhou para sua janela.

A chuva estava fria e densa, e quem ela esperava que estivesse ali, não estava. Perguntou ao senhor que ficava na portaria se tinha visto tal pessoa, e o mesmo respondeu que ela havia saido com uma menina, sem mais, correu o máximo que pôde para ver se alcançava-as.

Parou em frente a uma lanchonete por cansaço de tanto correr, apoiou as mãos no joelho e tentou se recuperar, não soube ao certo o quanto tempo ficou ali ofegante e tentando se recuperar.

Logo que se recompôs, suspirou cansada, olhou para o céu e fechou os olhos, pela primeira vez, mesmo que já estivesse molhada, sentiu a chuva batendo em seu rosto e passendo pelo seu corpo .

Queria chorar e gritar por frustração e angústia, queria apenas poder sumir sem ser vista e procurada.

Estava descalça, não havia pensado em pegar algum tipo de calçado, aquilo a incomodava. Era hora de voltar para casa. Girou o corpo e isso foi o suficiente ao se deparar com duas pessoas em baixo do toldo de um comércio.

Uma a olhava com se fosse um fantasma e a outra olhava para situação, aparentemente, sem entender nada. Seus olhares assustados se encontraram. Não demorou muito aquele encontro, mas foi tempo o suficiente para ser eterno.

A moça que estava de baixo da chuva suavizou seu olhar, sorriu leve e estendeu a mão para outra, a outra do olhar foi para a mão que lhe foi estendida e olhou para o lado, se encolhendo um tanto.

Não havia palavras para descrever tamanha decepção da jovem que correra até ali para... uma rejeição, mas ela sabia que aquilo poderia acontecer. Deu um último sorriso, triste, e foi embora.

A outra viu a jovem passar na sua frente e a seguiu com os olhos. O desespero de ve-la indo embora sucumbiu à cabeça, e quando ela se lembrou do passado, se sentiu no lugar da mais baixa. Então... era aquilo que ela havia sentido? Talvez fosse.

Deixou a menina que a acompanhava de lado e correu até a outra, puxou a garota de forma brusca e a abraçou de forma apertada.

Surpreendente. Era aquela palavra que descrevia o dia da mais baixa, pois o que ela achava que nunca mais aconteceria, naquele dia, exatamente naquela data, tudo estava acontecendo.

A garota, de início, ficou paralisada, recebendo o abraço da outra. Estava sem reação, não esperava um abraço tão quente e aconchegante, tão puro. Além da chuva, lágrimas banhavam seu rosto.
Aos poucos, ela, de forma tímida, foi abraçando a outra, a mão timida em sua cintura foi subindo até seu pescoço, até que finalmente, desse um abraço apertado. As lágrimas caiam de forma que não pararia tão cedo, de ambas partes.

O tempo foi gentil com elas, passou de forma lenta, porém passou, o abraço foi desfeito e as duas se encararam com sorrisos brilhantes e felizes.

- Allie, vamos para casa? Você está descalça. - e riu.
A moça arqueou as duas sobrancelhas e riu junto da morena, logo respondendo:
- Minha casa, você quis dizer. - Allison olhou em direção ao toldo verde e viu a menina desconhecida lá parada, observando tudo de longe. Sally que estava junto de Allie acompanhou o olhar da mesma e olhou para trás, vendo a moça distante e de baixo do toldo.

Sally puxou Allie pelo pulso e correu até a desconhecida menina, para Allie, assim que chegaram até a garota de olhos verdes e cabelos louros, Sally estendeu a mão para a mais nova, a outra sorriu e fez menção de pegar seu guarda-chuva, a mais alta das garotas arqueou uma sobrancelha, sorriu sapeca e impediu que a outra pegasse o objeto.

A moça dos olhos claros olhou aterrorizada e fez um bico para Sally, enquanto Allie só observava a cena divertida que desenrolava diante de seus olhos.

- De forma alguma você vai pegar esse guarda chuva. - e no mesmo instante, Sally puxou a moça para de baixo da chuva, prendendo os braços da garota para que ela se molhasse e não fugisse.

Um dia que havia começado tão cinza, estava cheios de cores, mesmo que a paisagem continuasse cinza e chuvosa.
Haviam três moças sorridentes correndo pela chuva.
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Não pergunte o porquê disso, apenas deu vontade de escrever isso aqui, apesar de estar uma merda e sem nexo algum.

No próximo post eu explico mais, isso aqui esta gigantesco.
Beijos, meus fantasminhas.
Até a próxima. :*

domingo, 11 de abril de 2010

Monster.

"He ate my heart."

Sabe, quando eu me casar com o Daisuke, vulgo, Die, eu irei cantar essa música para ele, pois eu não sei o porqueê, só sei que eu lembro dele quando eu escuto essa música, não que ele seja um monstrinho, já que na verdade ele é um gatinho, rç ;D

Estranho, nesse fim de semana que passou, estou super antisocial, não quis falar com ninguém, olhar na cara de ninguém, nem beber eu quis. Fiquei feliz por estar em casa. Mas eu não estou feliz só por causa disso, estou feliz também que, no feriadão, irei ver minhas amiguinhas Hell e Joy, conhecerei pessoas... digamos assim, interessantes e irei ver meu amiguinho wes também. 8D

Lucas. Não é o Dédi, mas é um menino muito fofo e agradável, vive cheio de garotas em volta por tamanha fofura que ele é, sofre na mão de todas por apertar suas bochechas macias e fofinhas, enfim, este é uma pessoa que tem me ajudado MUITO em questão de vestibular, como escolher o que eu quero fazer , mesmo que eu ainda tenha um pé atrás, mas ele tem me incentivado bastante a estudar e tudo mais, muito obrigada, Lucas. E pode deixar, quando eu estiver em Paris numa tarde de autógrafos, eu irei lembrar de voce, farei uma dedicatória em seu nome, pois se um dia eu ficar famosa, será por que você me ajudou, rç. 8D

Agora a questão é: eu escrevo bem? Pois a partir deste fato, uma coisa boa iria acontecer; uma forma de alcançar o que eu mais almejo. Ou não.

Falando em beber, apesar de eu não estar falando de bebida, agora eu estou com vontade de beber uma cerveja bem geladinha, e o pior não é isso, é que eu estou com vontade de beber com a Hell e a Joy. Droga, eu estou tão ansiosa para passar o dia com elas. <3>

Ah, um fato que me ocorreu nessa semana e eu achei super engraçado. Meu nick: "Jesus te come, mas ninguém te ama.", pois então, sempre tem de haver um fanático religioso no seu msn para te chamar de satanista, herege muitos podem me chamar, mas sempre tem aquele para dizer que você é do capeta e faz culto ao mesmo. E ele ainda disse que tem um lugar especial para mim no colinho de lucifer, mas convenhamos, se o inferno existe, de fato, o céu é vazio, ninguém é santo, tem lugar para todos no inferno. Mas a questão não é essa, é: como eu posso ser satanista se eu não acredito no mesmo? Pois é, incrível.

Por isso que eu não gosto de fanatismo, eles vêem apenas no que acreditam e não aceitam a religião dos outros, e sem informação alguma, acham que todos em que não acreditam em deus e jesus, cultuam a lucifer, capeta, satanas e etc. Sinceramente, eu acredito sim que Jesus tenha existido, mas eu não acredito naqueles troços todos, para mim ele foi um homem, um humano. E deus, se existir, legal e que bom, ele existe, agora se não, eu já desconfiava.

Ps: o nick do ser era : "Jesus guie-me nessa jornada" ou alguma coisa assim, rs 8D

Não acho que eu tenha algo a mais para dizer, apenas que eu vou pegar uma cerveja lá em baixo e beber, por que a vontade fala mais alto.

Beijos, meus fantasminhas. :*
Até mais, e fiquem com Deus e Jesus. ;D /souescrota

domingo, 4 de abril de 2010

Silêncio.

Blogspot filho da puta, tentei postar uma foto da Gaga querendo parabeniza-la, e essa porra não foi, fiquei cheia de ódio no coração e não postei porra nenhuma. Já no aniversário do Toshiya, eu não lembro o que eu fiz nesse dia, mas, certamente, eu esqueci que eu tinha isso aqui. xD

Lady Gaga:


Minha Diva glamurosa, não só minha, mas a de muitos ao redor do mundo. O que eu vejo dela é uma mulher guerreira, batalhadora, que merece o que tem. Trouxe ao mundo uma nova visão do pop, fez o bizarro ser normal, incentiva apenas as pessoas serem livres pra usarem o que querem, serem livres. Me inspira em coisas que eu não imaginava que um dia eu fosse me interessar, me dá idéias interessantes. Obrigada.


Hara Toshimasa :


Por ele, eu mato a Gaga e faço dela churrasco, se ele quiser, não só ele, mas se todos da banda quiserem, rs. Talvez ele não entenda muito de moda, precise de uma Gaga para vesti-lo, mas isso é o de menos, o que importa é o que ele faz. O que importa foi o que ele me proporcionou: um dia no paraíso quando eu simplesmente estava residindo no inferno. Um sonho realizado. Meu eterno amor por você e seus companheiros de banda. Se eu dissesse todas as coisas que eu sinto, todo o carinho e tudo que já me causaram, eu ficaria por muito tempo escrevendo. Não sou a maior fã do mundo, muito menos a número um, mas com certeza, sou alguém que ama muito e faria de tudo, não só pela banda, mas pelos humanos que a mesma compõe. Bem, acho que estou falando mais de mim e da banda que do próprio. Um certo dia, uma determinada hora, o por acaso, talvez eu tenha implorado tanto, pedido tanto, que... eu não venci, mas de fato conheci um rapaz que parecia timido e assustado, que não soube o que fazer quando viu uma menina que parecia que ia agarra-lo a qualquer momento, dando a mão para ele apertar, e o moço apenas ficou olhando com medo, menina teve que pegar na mão dele pra acontecer o aperto de mão tão esperado por ela. Uma foto, ou duas. No palco, o mais animado, o mais feliz. Num segundo ele estava no lado direito do palco, e em dois pulos, estava na outra extremidade, saltitante. Que rapaz fofo. O mais sensível da banda, talvez. E um dos mais belos. Desejo tudo de bom para ti, que continue com todo esse carisma e que tudo o que quiser, consiga. Muito, mas muito obrigada mesma, não só a você, mas todos os outros. Muito Obrigada, Toshiya; muito obrigada, Dir en Grey.

x

Agora, imagine só se eu tivesse que dizer tudo que eu sinto por ele e por eles... o post seria um everest de gigante.

Sabe, eu IA digitar coisas aqui sobre o que eu sinto, não por eles, mas por algumas coisinhas que me aconteceram, mas eu to morrendo de sono e eu vi a hora e pensei "esquece", até porque está tarde para cacete.

Enfim, esse post já esta gigante mesmo, então não tenho muito do que reclamar. Ah! E nem é perceptível a diferença de tamanho dos textos, que isso, falei da Gaga com quase número de linhas que eu falei do Totchi/DEG, rs, diferença imperceptível. Mas as sobre as coisas de escutar, o que eu mais amo são DEG e Gaga, eu sei que é uma diferença drástica de estilo, mas fazer o quê?

Bem, eu fico por aqui, até mais, meus fantasminhas. o/
Beijos :*

(Algo inútil: eu percebi, todos os meus amigos que tem blog, inclusive eu, nem tem postado mais, rs).

quinta-feira, 25 de março de 2010

Cansaço

Eu só quero um pouco de paz, de privacidade.
Estou tão cansada de tudo.
Quero ir pra bem longe daqui.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Blue and Yellow.

"...rather waste some time with you."

Ultimamente eu me sinto... estranha. Eu não sou mais a mesma de antes, alguma coisa em mim mudou, não de um jeito bom. Talvez seja só o efeito da tpm, e logo passa.

Sinceramente, eu estou nervosa com o vestibular, não sei o que eu faço, já que uma das minhas específicas é uma coisa que eu não sou nem de longe sou boa.

O que eu mais preciso agora é de umas férias distante de todos, novamente, o problema é que eu estou com aulas e o vestibular vem aí, então fica difícil tirar férias de todos e dar um tempo pra mim para ver se eu volto pro lugar. Mas de alguma forma eu tenho evoluído e amadurecido, agora como, não sei dizer e nem explicar, talvez de uma forma eu saiba, mas não é algo que eu vá dizer as pessoas.

Da mesma forma que eu me sinto diferente, eu sinto outras pessoas também diferentes, não todas, apesar de todas terem uma mesma característica, que talvez não estejam nelas, mas em mim, apesar de que eu não estou mais me distanciando de ninguém, acredito, é a distância.

Todos os dias eu penso em quanto o tempo passa rápido, pois nessas últimas semanas tem passado muito mais rápido que o normal, de forma assustadora, eu me pergunto " O que é que está acontecendo com as horas?" . Sinceramente, eu to com muito medo disso.

Sinceramente? Eu tinha mais fé em 2010, não que a mudança de ano fosse mudar algo em nossas vidas, do dia para noite, eu fosse ficar rica e virasse esposa do Die ou Kaoru, tanto faz (risos :D) , mas... uma esperança maior que coisas boas acontecessem este ano, já que... esse ano seria o ano regido por vênus que seria o ano do amor, já que de amor, em qualquer sentindo da palavra, não tem nada, a distância entre aqueles que eu amo esta maior ainda. Sim, eu fiquei lendo coisas sobre 2010 final do ano passado e panz, e não que eu acredite em tudo que eu leio, mas se tiver algum tipo de babaquice e se for para ficar me zoando, se fode. =)

Ultimamente, eu ando tão... fria e com tanta raiva e impaciência, óbvio que eu me controlo muito, mas mesmo assim, não deixo passar uma, alguém faz alguma coisa comigo, eu fico me remoendo, e dependendo quem foi que fez, eu falo o que a pessoa fez e me deixou magoada e chateada. Mas isso não é a parte ruim, a parte ruim é que por mais que a pessoa peça desculpas e eu demonstro que está tudo bem, dentro de mim não está, eu continuo magoada com a pessoa.

Nesses dias, andou chovendo bastante com trovões e raios, uma coisa curiosa sobre mim é que eu morro de medo desses temporais e tenho pavor de barulho de trovão, principalmente quando são aqueles que tremem a casa inteira.

Creio que eu não tenho mais nada a dizer, quer dizer, eu lembrei de que eu tenho uma coisa que é inútil a dizer, mas se eu lembrar, depois eu digo.

Beijos, meus fantasminhas (há, hell e joy roubaram isso de mim, bgs) :*

domingo, 7 de março de 2010

Alejandro

"... just smoke my cigarette and run. "


As pessoas vão e vem, uma diferente da outra, mas todas iguais. Todos têm seu lugar, todos têm seus amigos, todos tem alguém, seja um amigo, um familiar ou um namorado. Onde é o meu lugar? Cadê as minhas pessoas?

O sentimento de tristeza que não passa, quando eu penso que tudo está ficando melhor pra mim, que meu humor está melhorando, basta alguns segundos sem ninguém que eu caio de novo, apenas para afastar as pessoas de mim, quando eu simplesmente preciso tanto delas.

Queria eu correr, correr, correr muito, para bem distante, queria eu poder prender todos aqueles que eu não tenho, a mim.

É tão sutil a forma que as pessoas escapam de nossas mãos, como se fosse areia. Uma forma brusca de se ferir.

Não uma traição, mas uma forma de sufocar e ferir. Fatos, coisas imperceptíveis que machucam e destroem, que não deveriam machucar, e machucam.

Lágrimas silenciosas e teimosas que cismam em cair.

A vida passa diante de nossos olhos sem que a gente perceba. De crianças passamos pra adultos, de brincadeira passa para o real e o responsável. O tempo passa rápido, até mesmo quando tudo parece demorado demais para acabar. O tempo é traiçoeiro.

Por um único dia, vou me permitir de tudo, deixar a razão, orgulho e moral serem levados pelo vento, e fazer de tudo. Num único dia, irei viver a minha vida inteira, fazer em 24h o que eu não fiz em anos.

Quero acabar com a monotonia e destruir a dor, quero correr atrás dos meus sonhos e ir em uma direção, quero uma profissão.

Chegará um dia que eu não irei pedir permissão, eu irei dormir e sonhar com você por pedido seu.

Enquanto isso, eu fico à procura de sonhos e direção.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

304 goushitsu, hakushi no sakura

"... para que eu nunca te esqueça."


Sou uma pessoa sem sonhos e direção, mas eu sonho com você.
Meu amor psicótico não vai deixar você escapar.
Parabéns.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Estrelinha brilhante da madrugada.

Sinceramente, eu não sei o que esta acontecendo comigo.

Por que eu me sinto tão... triste? Não é como se eu quisesse sentir isso.

Eu estou cansada da minha vida monótona, mas eu me sinto tão... incapaz de tudo. E não é só isso, sozinha também.

Chorando desde ontem por se sentir um fracasso em forma humana. Por não saber por onde começar ou em que direção caminhar.

Agora, eu quero saber o porque de eu me sentir assim, sem mais nem menos.

Para onde foram os meus sonhos?

Às 04h05 da manhã, em frente a um computador, sem conseguir dormir.

O tempo passa rápido.

O que você esta fazendo agora?

x

domingo, 21 de fevereiro de 2010

The Final

"... que floresça o botão da tentação."



Ansiedade.

A palavra que resume meu ser por agora.

Talvez eu esqueça esse sentimento logo, os meses vão passar rápidamente e eu esqueço. Eu só não posso esquecer do mais importante.

Por que sempre que estamos ansiosos o tempo parece passar devagar?

Meses que parecem anos.

x

Eu gostaria de saber por que eu choro com coisas que não se importam comigo.

Eu gostaria de saber por que eu me incomodo com coisas que não fazem o menor sentido em se incomodar.

Eu gostaria de saber por que eu sou tão ciumenta, possessiva. Por que eu não consigo ser menos intensa?

Odeio quando quando a realidade bate e odeio ainda mais quando ela leva todos os meus sonhos embora, quando eu simplesmente começo a achar que sonhar é ridículo.

Odeio saber que a realidade esta certa.

A ansiedade esta me matando.

Eu odeio chorar por motivos idiotas.
Eu odeio me importar com tolices.

Machuca, mas eu não me importo de ser machucada quando dizem que tem, mas, verdadeiramente, não tem. Eu só queria que não dissesse nada. Prefiro ganhar um miojo ao invés de ganhar uma mentira.

As vezes, parece que a pior coisa do mundo é ter sentimentos.

Ciumenta demais, possessiva demais...

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Embryo.

"...todos aqueles que amei, devolva todos eles"




Um amor incompreensivo aos olhos do mundo. Você consegue compreender que eu amo você?

Sufoca, machuca e fere, esse é o resultado por te amar tanto, te querer só para mim. Te guardarei numa caixinha onde ninguém possa alcançar e te tocar, só eu.

Dizem que eu sou louco. E eu concordo, eu sou louco... por você.

Seria certo eu prender você só para mim? É certo eu querer ninguém perto de você?

O ódio que percorre as minhas veias, o ciúme que bate em meu coração e a dor que sai por meus olhos em forma de lágrimas. Por que você não é só meu?

Posso sufocar você com toda minha possessão e te matar com meu ciúme?

Meu amor louco e sádico por você faz com que eu sinta vontade de infiltrar a sua alma, te sufocar com meu cheiro e te preencher com a minha essência, te marcar como meu.

Noites escrevendo poesias, dias pensando em você. Posso sonhar contigo essa noite?

Nem o vermelho mais forte simboliza o que eu sinto, nem o azul mais claro, acalma meus sentimentos. Só você acalma, só você simboliza.

Devolva-me meu coração e eu devolvo a sua alma. Mas quem disse que eu quero deixar de ser seu?

Sorria, eu te amo.

Um amor possessivo e obsessivo.

"I'm your biggest fan, I'll follow you until you love me "

Bia , você me inspira, mesmo que tenha ficado um lixo. Beijos =*
Duvida, não sei se é melhor postar textos assim da forma que me sinto ou se é preferível do jeito que eu postava antes.
Até a próxima fantasminhas :* \o/

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Akuro no Oka.

"... Meu sonho apagado quer dormir com você."



Um sonho intenso e vivido, suas mãos que tocam e vibram, me fascinam. Você me ajudaria se pudesse?

Talvez o que resta agora é nada a mais que sonhos e ilusões. A dor que me corrói, as estrelas que agoram me observam e acompanham na noite solitária.

Um olhar distraído direcionado a janela ao lado. O que há atrás do vidro que você tanto observa?

Não sei o que esta acontecendo comigo, estou me enjoando de todos os meus sonhos, me afastando da realidade.

Quero sonhar cada vez mais e mais contigo, quero me afastar cada vez mais, só quero que aqui pare de doer.

O som das lágrimas que caem é doloroso o suficiente para me partir, fazem me acordar para realidade. Por onde eu posso começar?

Continue sendo igual as estrelas, acompanhado-me e brilhando. Ou será que eu que te acompanho? Não importa, apenas continue a brilhar.

Quais são os seus planos? Com o que você sonha?

Os lápis de cores servem para pintar o cinza do céu e iluminar meu dia. Quer me dar as suas cores?

Um sorriso cansado e um peito rasgado, um rosto sangrado. A voz que grita alcança a minha alma, me faz sentir a sua dor.

Se um dia não tiver ninguém para escutar o seu som, toque para as estrelas, eu te escutarei através delas. Mas a solidão não é o seu problema. Quais são as suas dores?

A desesperança pairando sobre o céu.

As cores do nascer do sol, tão vividas e intensas, me da vontade de pinta-las num quadro e fazer com que aquilo faça de mim mais colorido. A montanha, apenas os raios amarelos, a cor laranja misturado com o amarelo no horizonte, um azul claro logo acima, e, gradativamente, o azul vai se tornando escuro.

O resto da noite e o começo da manhã, a última estrela que brilha lá no alto.

Suas mãos me fazem sorrir, o grito que eu quero dar e não posso, você emite ele por mim, gentilmente, sem que alguém saiba.

Doces sonhos que me fazem querer viver e respirar, me deixam alegres e para baixo.

A amargura de assistir tudo parado, o fracasso e a covardia que eu sou. Seu sorriso me deixa um tanto quanto fascinado, um tanto quanto triste.

Cadê a lua esta noite? Até as estrelas diminuiram.

Verdadeiramente, estamos conectados de forma invisível, sem que notemos. Você acredita? Talvez sim, talvez não, mas estamos mesmos conectados, eu com você e vice-versa, assim como aquela pessoa que você não imagina como seja. O que ela pode estar fazendo agora? O infinito que nós somos, constrói um único ser, somos apenas parte dele, as células.

A paz absoluta sumiu. O inferno começou, de novo.

Posso continuar aqui sonhando com você?

Cante até o fim, toque a sua guitarra pela eternidade, assim eu começo a melhorar, me anima e me faz sonhar.

Use a sua alma para fazer tudo aquilo que você gosta, assim receberá o verdadeiro reconhecimento, a gratidão daqueles que precisam de você.

O sonho estúpido de alcançar as estrelas parece ser tão fácil, só ficar na pontinha do pé, igual uma bailarina.

Meus sonhos, minhas ilusões são a forma de alcançar o inalcançável. Você pode me mostrar qual é o caminho para torna-los reais?

A música que toca no fundo me lembra você. Talvez você não se lembre, mas lembra quando houve o momento só nosso: eu, você e a música, nada mais existia além daquilo. O momento feito apenas para mim.

As cores intensas do verão logo irão se apagar e torna-se cinza. O calor irá sumir e tudo desaparecerá de forma rápida, enquanto o tempo passará lentamente, sustendo o ócio que nos acompanha.

Deixe que o vento leve a minha dor e a chuva limpe a minha alma.

Pouco a pouco, gota a gota, tudo vai se desfazendo sem que a gente perceba.

Sorria, ame e ilumine. Leve sonhos àqueles que estão partidos, distribua alegria para os que não tem e enxugue as lágrimas de tristeza e os faça chorar de alegria, assim como você me fez.

A liberdade pode esperar mais um pouco, talvez eu ainda consiga aguentar. Você está aqui para me apoiar, correto?

Continue sendo quem você é que eu continuo aguentando quem eu sou. Faça meu amor valer a pena. E se tiver que dizer adeus, diga sem hesitar, se precisar chorar, chore.

Viva a vida como se fosse um sonho. Viva para sempre.

Para você, meus parabéns.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sweet Dreams.

" ...Or a beautiful nightmare."

O que eu estou fazendo às 4h34 da manhã aqui? É uma boa pergunta. Já dormi, assim como já acordei, e estou acordada, por causa do calor.

Eu me pergunto o que as pessoas estão fazendo? O que uma pessoa do outro lado do mundo, que
eu nunca vi e nem imagino como ela seja, esta fazendo agora?



Sonhar nunca pareceu tão bonito, uma forma de escapar da realidade, assim como nunca me pareceu tão ridículo e deprimente.

Acho que a realidade é mais segura, mesmo que eu não a suporte e não consiga deixar de sonhar, mas de fato, sonhos só são sonhos e não vão se tornar realidade, mesmo que muitas das coisas que hoje em dia eu gosto, um dia fora o sonho de alguém. Mesmo que um dos meus maiores sonhos, já tenha se realizado.

Parece que as pessoas sentem pena de mim quando me vêem sonhando, ou quando eu falo alguma coisa relacionada a ele. Ou simplesmente... tentam me apoiar, sabendo, verdadeiramente, que aquilo nunca acontecerá.

É tão triste assim sonhar? Não, mas é doloroso. Tudo parece tão inalcançável, mesmo que eu fique na ponta do pé e me estique toda, parece que eu não chego lá. O que mais eu quero, se todos os meus sonhos são impossíveis?

Talvez essa seja a emoção de sonhar e correr atrás deles. Qual é a emoção de nadar, nadar e morrer na praia? De fato, o fracasso.

A vida nos mostra que não temos tudo o que queremos e quando queremos temos de correr atrás, eu sei disso, eu já aprendi isso. Dizem que quando queremos muito uma coisa, nós conseguimos, será mesmo?

Sonhar às vezes me parece mais um pesadelo que um próprio sonho, mas o que é o pesadelo, senão um sonho ruim?

Passamos pela vida sonhando e, muitas vezes, deixando de viver. Eu quero um dose de realidade, um chá de seriedade. Para ser bastante sincera, eu quero saber onde se compra maturidade.

Sim, me sinto criança quando sonho, a diferença entre eu e uma criança que sonha, é que eu já tenho idade suficiente para saber da vida e uma criança não, e que uma criança não tem sonhos gigantescos e distantes.

Talvez deprimente seja viver, por que para o lugar que fugimos há dor. Se sonhamos, é ridículo; se vivemos, é deprimente o suficiente para querermos voltar a sonhar. A realidade é tão cruel quanto os sonhos, a diferença está na ilusão. Os sonhos iludem, já a realidade, bem, o nome já diz, ela é bem sincera.

Será que suportamos a realidade sem os sonhos?

Inútil.

Por isso eu continuo a sonhar com o amanhã. Continue sorrindo e eu continuo sonhando, enquanto você brilha, eu sorrio. Se você ainda estiver aqui, me sorria que eu sorrio junto, como num doce sonho, onde tudo acontece do nosso jeito.

Suba o mais alto que puder, brilhe ao máximo e faça que todos a sua volta sorria e chorem de emoção, e você, sorria ao máximo, seja feliz, ame. Será que você sonha?

Sonhe, faça meu coração bater rápido, conte-me seus desejos e me faça feliz.

O amanhã será melhor.

Sem finais felizes.

NoFuture.

"O sonho esmigalhado gira em um céu escuro"

Parabéns.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

I hate everything about you.

Boa tarde. Eu estou morta de sono e faço qualquer coisa para não dormir, lavo meu rosto o tempo inteiro. Muito tenso e triste. D:

Hoje eu li um poema da bia e me inspirei, rs. Principalmente após ela ter falado umas paradas lá no msn que eu fiquei ainda mais encantada e acabei fazendo um texto bonitinho que eu gostei.

Sim, eu estou escrevendo aqui para enrolar e tentar não dormir, mas esta tenso.

Eu pedi para minha mãe lápis de cor e ela disse que eu tenho muito e perguntou para quê eu queria mais, e eu simplesmente respondi que era porque eu queria mais, não estava satisfeita e ela disse que era bobagem. Mas será que ninguém entende o meu amor pelas cores e lápis de cor? mimimi. Mano, eu vi um estojo lindo cheio de lápis de cor que custa 1,500,00 reais (http://www.submarino.com.br/produto/37/728308/colecao+art+e+graphic+3+x+36+-+faber+castell#A1), nem fiquei babando, imagine. =O

Campanha: Façam vaquinha e comprem lápis de cor para Thais. Não precisa ser um de 1,500, 00, eu sou feliz com um de... sei lá, 50 reais de 48 cores. ps: não sei o preço de lápis de cor.rs E façam essa criança aqui ser feliz. =)

Ó, tempo que não passa, tudo que eu quero é dormir. Quando for la para umas 19h, 20h eu vou mimir, hibernar. D: =D

Voltando ao assunto anterior... POR QUE JZUIS QUE EU NÃO NASCI COM O DOM DE DESENHAR E PINTAR? T.T
MANOW, FODA-SE O MUNDO, EU AMO DIR EN GREY E É ISSO, SEUS SAFADINHOS.

Eu estou muito louca de sono, várias dorgas. rs Eu to tão dorgada de sono que eu quero postar meu texto legal aqui, mas eu ainda tenho consciencia do que faço, amém.

Vamos cantar músiquinhas de amor e sermos gay. Dir en grey rima com gay e eu sou gay com eles. <3>

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Bad Romance.

Um fato: Tédio mortal.

Eu gostaria de saber o que aconteceu com os meus amigos, todos sumiram do meu msn hoje. Parece que combinaram assim "Vamos todos sair e deixar a Thais de lado", só pode. Só por que eu acordo 16h da tarde e não entro no msn, não significa que eu não esteja em casa. rs, parei.

Mano, não sinto orgulho nenhum em ser carioca neste momento. O Rio foi eleita a segunda cidade mais quente do planeta, perdendo para... uma cidade aí da África. Na praça mauá a sensação térmica foi de 46,30, nessa cidade aí lá na África, foi de 46,50. Cara, isso é muito tenso, ta mais quente que o Saara. Pois é, enquanto tem países que estão virando uma bolinha de gelo, o Rio ta com o sol tirando férias aqui. Não sei como tem gente que ainda gosta de calor. D:

Estou cansada de ir dormir as 5h ou 6h da manhã para acordar as 16h. Sei lá, eu não me sinto bem com isso e nunca me senti. Será que hoje eu consigo dormir mais cedo?

Meu fds, foi demais e muito bom. Se eu disser que eu estou com uma preguiça do ó para dizer como foi, alguém acreditaria? Acho que sim, eu sou preguiçosa de natureza.

Pois é, um dia desses eu fui para casa do meu amiguinho Jorge, fui ver a Joy e o Lucas. Passei a noite lá com a Joy fofocando, indo no barzinho tomar uma cerva da boa, na verdade, era skol. rs
O dia seguinte passamos lá, pulamos na piscina e mais tarde passamos no mercado e viemos para cá, minha casa.

Foi legal, eu e Joy aqui. Passamos a noite aqui e o dia seguinte quase que todo aqui, mais tarde fomos na Hell. Ficamos na Hell de sexta para sábado, e domingo, de tardinha, voltamos para cá. Eu, Joy, Hell e Hyde.

Bem, acabou rolando uma social aqui, só que com mais pessoas, óbvio. No dia seguinte, os meninos foram embora cedo, enquanto as meninas dormiam. Eu dormi mal e porcamente. D:

Foi legal, passamos o dia aqui, pedimos uma pizza e mais tarde fomos dar uma voltinha pelos arredores e tiramos muitas fotos. Quando voltamos, tomamos pinga, tomamos banho juntas (6), fizemos miojo e a Hell bateu o bolo. E ao invés de colocarmos o bolo numa forma untada, fizemos numa máquina que eu tenho de fazer tortinhas salgadas e bolos também. Ficou bom e fofo, em todos os sentidos.

E junto do bolo, colocamos doce de leite; ficou uma diliça.

No dia seguinte a Joy foi embora cedo, pois ela tinha compromisso e a Hell foi embora lá pelas 5h da tarde, teve de esperar a chuva passar, que choveu muito (em bangu choveu granizo, rs).

Bem, agora estou no tédio novamente. Quero arranjar algo para fazer, tentar acordar cedo e ir ver uns amiguinhos da escola. xD

Bah, eu odeio tpm.

Enfim, acho que não tenho mais nada a dizer. Na verdade, tenho sim, alguém quer me dar mais lápis de cor? Não serve de 12, nem de 24, só de 48 para cima. =( Acho que estou pedindo muito, rs.

Mas eu quero um estojo fodão de lápis de cor e meus papais não vão me dar, mimimimi. Vão dizer que eu não tenho mais idade para isso . E eu estou pensando em investir na minha carreira artística, sei lá, eu olhei para os meus lápis de cor e me apaixonei por eles, então comecei a desenhar e pintar, dei uma de Picasso. E agora eu estou apaixonada por lápis de cor. Especialmente em cores.

Para ser sincera, eu sou apaixonada pelas cores. Sempre quis estudar psicologia das cores, acho muito foda.

Enfim, enfim, agora todos sabem a minha paixão secreta pelas cores, rs.

Vou-me, fantasminhas, não há mais nada para ser dito.
Beijos e até a próxima. :* o/