Queria que meu coração fosse feito de pedra para não sangrar tanto.
Queria que meu corpo suportasse meus sentimentos e agüentasse tanta responsabilidade.
Queria poder carregar o mundo e salva-lo do mal.
Meu corpo intacto, meu coração partido e minha alma quebrada, não suporto tamanha dor, não agüento tanta realidade, um corpo frágil que carrega mais do que suporta nas costas, um dia quebra. Se eu não suporto aquilo que me faz tão essencial, por que é que eu os tenho e carrego comigo os meus queridos sentimentos?
Uma infinidade de sentimentos que me sufoca e afunda. Tantos e tantos sentimentos que acabo não tendo nenhum, meu coração se racha e a minha vida sai por ali onde eu não posso consertar.
A noite chora junto comigo, com a lua sendo a minha amiga e as estrelas sendo filhas, todas me consolando na tragédia que foi o dia. O Sol surge sendo o meu rei, onde me trás a esperança de que tudo se renove e melhore, até que ele vai embora, e enquanto a lua não aparece, a tragédia surge num piscar de olhos e minha alma se parta novamente.
Sonhos se formando a partir de sentimentos nunca sentidos por um coração desolado. Sonhos, doces sonhos que me desligam da realidade, da realidade que não permita que eu sonhe, me fazem sorrir de forma sutil.
A delicadeza de um amor e o gosto de uma paixão doente me são essencias para que eu voe distante de toda a tragédia da vida, de todo desgosto de sofrer. Sonhos se misturando sutilezas, amores com sofrimento.
Nesta noite, meu amor, não estaremos sozinhos, iremos dar as mãos e voar esquecendo todas as dores e sofrimentos, amores e sonhos, esqueceremos de nossas vidas e seremos só nós dois, a lua, as estrelas e, quando amanhacer, o sol. Vamos voar.
Queria que meu corpo suportasse meus sentimentos e agüentasse tanta responsabilidade.
Queria poder carregar o mundo e salva-lo do mal.
Meu corpo intacto, meu coração partido e minha alma quebrada, não suporto tamanha dor, não agüento tanta realidade, um corpo frágil que carrega mais do que suporta nas costas, um dia quebra. Se eu não suporto aquilo que me faz tão essencial, por que é que eu os tenho e carrego comigo os meus queridos sentimentos?
Uma infinidade de sentimentos que me sufoca e afunda. Tantos e tantos sentimentos que acabo não tendo nenhum, meu coração se racha e a minha vida sai por ali onde eu não posso consertar.
A noite chora junto comigo, com a lua sendo a minha amiga e as estrelas sendo filhas, todas me consolando na tragédia que foi o dia. O Sol surge sendo o meu rei, onde me trás a esperança de que tudo se renove e melhore, até que ele vai embora, e enquanto a lua não aparece, a tragédia surge num piscar de olhos e minha alma se parta novamente.
Sonhos se formando a partir de sentimentos nunca sentidos por um coração desolado. Sonhos, doces sonhos que me desligam da realidade, da realidade que não permita que eu sonhe, me fazem sorrir de forma sutil.
A delicadeza de um amor e o gosto de uma paixão doente me são essencias para que eu voe distante de toda a tragédia da vida, de todo desgosto de sofrer. Sonhos se misturando sutilezas, amores com sofrimento.
Nesta noite, meu amor, não estaremos sozinhos, iremos dar as mãos e voar esquecendo todas as dores e sofrimentos, amores e sonhos, esqueceremos de nossas vidas e seremos só nós dois, a lua, as estrelas e, quando amanhacer, o sol. Vamos voar.