domingo, 10 de novembro de 2013

You Lost Me

Eu falhei, miseravelmente, falhei. Nadei e morri na praia. Que perdoem meus pecados.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lost

Alguns vão dizer que é só drama, outros vão falar que é mais uma loucura, sabe como é, sempre foi assim, meio de lua, meio louco. É estranho pensar que eles simplesmente não ligam, porque é sempre assim, as pessoas não ligam para dor do outro, a não ser que eles sintam, a não ser que tenham um interesse em cima de uma pessoa... Tanto faz, tanto faz, é só fingir que está tudo bem, continuar sorrindo, agindo como sempre agi que tudo fica bem, não adianta pedir ajuda, eles não vão acreditar em você até o dia em que uma corda aperte o seu pescoço, ah... o caminho mais fácil para se livrar da dor, essa dor que sufoca, cega, deixa surdo e mudo, essa dor que não dá para ver além dela, fere e pode matar, é tanto sangue que eu já me sinto meio fraco, mas me apego àquelas poucas coisas para continuar, eu preciso aguentar, por ela, só ela, o resto... é só o resto, não se importam e não me importa.  não, não, não, eu só quero que isso acabe, que essa dor passe e que tudo fique bem, quero sim. Hoje a noite me livra da dor, me livre desse amor, me faça voar e ser livre disso tudo, quero sair por aí e distribuir abraços, risos e sorrisos, nada de lágrimas, a não ser que sejam de felicidade e que eu acredite num futuro bom e feliz, onde eu possa ver o amanhecer e viver um dia cheio de esperança, onde aja sonhos e que todos se importam uns com outros, mas deixa para lá tudo isso, não passa de um sonho de esperança ao qual me agarro, porém nunca acontecerá. Por quê? porque eu não sou nada e não faço parte de nada, sou apenas um alguém que não tem ninguém, tenho somente a ela, e mesmo assim, não sei demonstrar o que sinto, demonstro por aqueles que simplesmente não se importam e que me ferem ainda mais, mas também não me importa, nada mais me importa, quero apenas sair daqui, ir para outro lugar e esquecer que um dia estive aqui, que sofri essa dor tão insuportável e fazer que a sua lembrança que me é tão dolorosa, seja um motivo de riso e não de choro, que seja uma saudade gostosa. Quero deitar com paz no espirito, quero respirar aliviado, oh, deus, por que abandonaste a ela? por que nos abandonaste? por que abandonaste a tantos? isso não é problema seu, é nosso e desse mundo apenas cruel. Que esse sangue estanque, que eu ache meu caminho e me livre (e seja livre!) de toda essa dor, de tudo isso que pesa e me mata lentamente, que me livre desse egoísmo, desse medo e ansiedade que fazem me apegar a tudo e a todos, me livre dessa coisa de que não posso (quero) perder mais nada, quando eu posso perder a tudo num piscar de olhos, quando eu não tenho nada. As horas se passam, passam, passam e nada acontece, o mesmo tudo, talvez eu só precise de um cigarro, de um porre, uma noite de drogas e sexo e uma boa dormida. Estou sendo egoísta, ah, eu sei sim, mas deixa, mais uma vez, para lá, e vem que eu 'tô indo embora e enquanto isso tudo não passa eu vou levando. Talvez não seja nada disso, acho que eu só estou perdido. 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

You Will You Will

Caminhava lentamente pela casa, entrava em quartos e saía em salas; passava horas a fio em corredores longos, descansava em bibliotecas, dançava pela cozinha e, finalmente, achava sua liberdade numa porta aberta para o seu vasto quintal.

Voltou a valsar e cantar em seu jardim e junto, o passado, presente e futuro se misturavam num só, suas lembranças se misturavam com o agora; pessoas já mortas reviviam apenas para saudá-la. Oh, que saudade de tudo aquilo que já havia vivido, que saudades de todas aquelas pessoas que agora estavam ali novamente, pensou.

Era noite, era meia-noite, a lua estava prata, cheia, brilhante e contemplava aquela moça que estava num jardim, num quintal, numa floresta. Ou seria ela quem contemplava a lua? Não interessa, o que realmente importava naquele momento único na vida daquela mulher eram as lembranças, a casa e a sua liberdade. Cadê você? Perguntou ela, mas não obteve resposta, mas conforme caminhava, agora não pelo seu quintal, mas num lugar talvez mágico, onde as pessoas conversavam à beira de um lago, casais faziam piqueniques e crianças corriam umas atrás das outras, ela seguia para o alto daquele morro que pudesse significar o fim, ou quem sabe, o começo de alguma coisa.

Seguia encantada com as maravilhas que via, com as pessoas que estavam ali; cada passo era uma lembrança, aquelas pessoas não eram estranhas, mesmo que não soubesse quem eram, elas estiveram em algum lugar de sua vida, fosse uma criança da qual vira chorar perdida da mãe ou um homem que estava sentado ao lado dela num banco de algum parque, não importava, eram todos lembranças suas, todos de um passado remoto ou presente. Quando alguém ali era algum conhecido, amigo ou apenas um ex-amante, lhe acenava e ela retribuía com o sorriso mais doce, com ternura e saudade. Ah, como queria voltar àquele tempo! Que bom reviver tudo isso, disse.

De repente, havia voltado para o presente, para o brilho da lua cheia novamente; tão belo quanto a cena anterior, mas um tanto mais solitário; não que aquilo fizesse com que ela parasse de percorrer seu caminho, o faria pois era o mesmo, tanto naquela paisagem, como na outra, o chamados eram os mesmos.  Não tinha medo, como muitos pudessem achar, havia curiosidade, outros chamavam de coragem, alguns diziam que havia enlouquecido, mas apenas ela sabia, não o que lhe esperava, mas o que tinha acontecido a ela para que seguisse.

O tempo agora era intercalado entre paisagens passadas, acolhedoras e cheias de sorrisos, com a paisagem única, sombria e solitária. Ah, que confuso tudo isso, quero uma só coisa, quero a verdadeira paisagem, pensou e assim, aos poucos tanto a paisagem do presente, quanto a do passado, se misturavam e se tornavam uma só: futuro. Não era mais noite, era dia, mas não era tão quente, ventava e as flores e folhas desabrochavam das árvores; ficara encantada com a paisagem. Estivera ali antes? Indagou em pensamento, não lembrava daquilo, mas foi surpreendida com as mais diversas aves que ali tinha, algumas penas caíam quando voavam, e como eram belas suas penas, mesmo as mais simples. Queria poder pegar todas e guarda-las para si, mas se contentou em pegar apenas as mais belas e guarda-las em seu peito. E, então, o vento soprou forte e trouxe algo bonito e exótico; apontou e gritou: ”Que lindo, que lindo! Oh, céus, estou maravilhada, é verdade, é verdade sim”, porém, a sua surpresa maior não foi aquela, foi o cheiro que o vento havia trago junto daquela linda ave; o cheiro que se misturava com os das flores e árvores era sutil, mas, para ela, era forte o suficiente para ser percebido; há quanto tempo não sentia aquele cheiro? Sorriu.  O coração disparou com aquilo, entretanto, o peito não se aguentou quando além do cheiro, sentiu a presença. Há quanto tempo não o via? E as lágrimas escorriam devagar dos olhos para o rosto. Não chorava de tristeza, mas de emoção; sabia que se virasse o veria, podia sentir o seu olhar e não aguentando mais tanto suspense e tanta ansiedade, virou-se e foi recebida pelo olhar mais amoroso e o sorriso mais doce de todos. Era ele sim, ele estava de volta para ela.

“Querido, querido” gritou “ você voltou, sim, está de volta” aqui, suspirou “não tem ideia de quanto tempo eu esperei por isso” e ele apenas riu, achando graça e beleza na forma que a mulher expressava sua felicidade, fosse pelo choro, fosse pelas palavras que dizia, fosse por tudo: o lugar de beleza extraordinária,  a mulher que chorava emocionada e fazia com que ficasse ainda mais linda; ah, não importava, o silêncio era apenas para um admirar o outro, para que criassem ansiedade e para que quando se abraçassem, fosse o momento mais mágico que haviam vivido até então. Não demorou muito para que isso acontecesse, tempo máximo de 5 minutos, porém para ambos havia sido além da eternidade aquele tempo em silêncio, lágrimas e sorrisos.

Se não fosse o aperto forte do corpo dele com o dela, ela teria caído, os joelhos estavam fracos, mesmo que o abraço estivesse forte, mas não era isso que a preocupava agora, na verdade, não tinha mais preocupações. “Ah, querido, por que faz isto comigo? Por que demora tanto para chegar e me mata de saudades? Por que é tão frio assim e me deixa abandonada? São tantas coisas...” e ele riu “Você sabe, minha querida, sabe que não deixo as minhas emoções me controlarem; assim como sabe que eu tenho sonhos a realizar. Ah, meu amor, como você fica linda assim, tão emocional” deu um beijo leve nos lábios dela “Minha querida, prometo que não partirei mais, ficarei aqui ao seu lado e, se, porventura, a vida me chamar de novo, levarei você comigo, sempre esteve em meus pensamentos, mas agora, a levarei do meu lado para todos os cantos que for”.


Sorriram. Beijaram-se. Fizeram amor de baixo de uma árvore. E assim foi.

terça-feira, 16 de abril de 2013

When it rain


Chovia finamente, mas sem parar, ele fumava calmamente de baixo de um toldo qualquer e observava a rua vazia e molhada. Particularmente, gostava mais daquele tempo, parecia sujo, parecia triste e até mesmo vazio, lembrava ele, pelo menos era o que achava de si mesmo.

Aos poucos a chuva apertava, gostava daquele tempo ocioso que tinha, havia tempos que não tinha algo assim tão simples, foi entre pensamentos vagos que ele notou aquele casal que corria na chuva, não fugindo dela, mas celebrando o amor entre eles: dançavam, pulavam, davam pausas para se beijarem e corriam, o casal molhado entre sorrisos e risadas passou em frente a ele deixando-o surpreso, ele não conseguiu tirar os olhos dos dois até que sumiram de vista, ele levou o cigarro mais uma vez aos lábios e jogando o resto dele no chão, ele olhava a chuva caindo e aquela cena rodava mais uma vez em sua cabeça.

Por que o coração havia disparado e aquecido tanto? Há quanto tempo não se sentia assim? Há quanto tempo não amava alguém? Era um vazio só, o coração havia congelado, estava surpreso, admirado em sentir-se daquela forma em ver o amor assim tão natural sendo mostrado ao mundo, será que um dia ele conseguiria algo assim? Ou melhor, será que um dia ele conseguiria ser assim? Talvez fosse a chuva que deixasse tudo mais romântico, se fosse num dia de sol, talvez não teria tido tanto efeito assim, pensou.

Cruzou os braços no estômago e foi até o limite entre o toldo que o protegia e a chuva, examinou bem a água que caía torrencialmente, levantou a manga e pôs o braço para fora sentindo a chuva forte e gelada, cogitou em mergulhar o corpo naquilo, mas... Por que sentia tanto medo? Era só água, ficaria molhado e, talvez, doente mais tarde, nada muito grave. Era simples. Por que tanto medo em se arriscar em algo simples? Talvez estivesse com medo de experimentar tamanha felicidade que aqueles dois que celebravam o amor estivessem sentindo, mas não seria a mesma coisa, ele não tinha o que celebrar, ou com quem, era só se molhar e acabou, estaria satisfeito e já poderia ir para casa.

Sem que deixasse seus pensamentos e medos o influenciassem de uma vez, entrou de baixo daquela chuva fria que o encharcou de imediato, estava ofegante, não sabia se era pela “aventura” ou pelo frio, e aquele sentimento quente invadiu o peito, sentia-se vivo, capaz de tudo e todos, queria fazer tudo o que não fez antes.

Estava vivo, o coração batia acelerado em seu peito, esfregou o rosto como se estivesse lavando-o com a água da chuva, sorriu e aos poucos foi caindo até sentar nos calcanhares enquanto olhava para cima sentindo a chuva batendo forte no seu rosto, sorriu com aquilo e pensou que queria mais e não podia ficar parado ali, sentado no chão, então, olhou em sua volta e não demorou muito para se levantar e começar a correr na mesma direção que o casal, correu sem pensar direito, apenas correu e correu e correu até chegar a uma praça famosa e gigante que estaria cheia se não fosse pela tempestade, ofegava, descansou por alguns minutos e depois foi até a fonte que tinha ali, fechou os olhos e listou vários desejos mentalmente: trabalharia menos, amaria mais, daria outra oportunidade a si mesmo de viver e se redescobrir, largaria o cigarro, riu com isso, abriu os olhos e gritou, gritou suas dores, seu coração gelado e sua alma partida, desejou que aqueles sentimentos nunca o deixassem mais, que nunca mais os seus medos e inseguranças vencessem suas vontades, quis chorar, mas há quanto tempo não chorava? Não importava, chorou de tristeza, felicidade, raiva, amor... o que fosse, e só então que percebeu que havia uma plateia o observando de forma estranha, mas sorrindo.

Eram eles, era o casal. Deu um sorriso tão feliz, tão agradecido àqueles estranhos apaixonados, eles não faziam ideia do que haviam feito por ele, oh, ele sorriu, sorriu sim, como nunca antes, e os dois sorriram de volta até que de repente, os três ali, se encarando todos bobos e felizes, gargalharam, gargalharam até não aguentarem mais, até as lágrimas escorrerem quentes. Sem motivo algum, aquilo havia sido divertido, e a partir dali, se apresentaram, brincaram e foram felizes por horas a fio.

Talvez os três ali começassem uma amizade, talvez não, mas a única certeza era de que guardariam aquela simples e chuvosa tarde de outono em suas memórias com carinho e de que como tudo havia sido simples.

Ah sim, naquele dia, eles haviam descoberto o que era o amor e ele descobriu mil e umas coisas de novo, e entre elas, o mais importante foi saber que a felicidade estava no simples e que deixar de arriscar, podia ser deixar de ser feliz. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Casa


Acordei naquela casa com a cama vazia, já era manhã e você já tinha ido embora me deixando sozinho com ele que dormia no sofá da sala. A casa estava destruída, olhei no espelho estilhaçado e me vi igualmente quebrado. Dei um beijo naquele que dormia tranquilamente no sofá. Cadê você? Estava ali apenas nos meus pensamentos (sentimentos). Abri janelas e portas, sorri para aquele espelho quebrado e voltei para cama. Quem quisesse entrar, que entrasse.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Lollipop

Tem vezes que eu sinto vontade de correr, gritar, chorar, sorrir e amar, andar por aí feito uma louca, dizer ao mundo o que eu penso e o que eu acho, tem vezes que eu só quero me jogar sobre você, contar todos os meus planos, dizer que eu te amo e tem vezes que eu só quero morrer.

Quero voltar à infância, ser feliz de novo, ah, se eu soubesse, nunca teria desejado crescer, quero a inocência, o que é puro e tem o sabor doce, brincar de casinha, de boneca, correr por aí brincando de me esconder dos outros. Ah, lembra daquele amor puro e juvenil, sem malícias e que não sabíamos nem o que era sexo ao certo? que amor perfeito e simples, amar por amar sem saber como a vida é, sem saber o que nos espera, sem nem imaginarmos que quando crescermos complicaremos essa coisa toda de amor e outros sentimentos. Traga de volta toda essa felicidade simples que é ser criança, toda essa sapequice de ser infantil e inocente, vamos esquecer toda essa dor da responsabilidade de ser adulto, resgate em sua alma o que restou de pureza e venha, vamos brincar de pique esconde, vamos brincar de casinha, vamos brincar de voltar a ser criança.

Vou me permitir tudo o que posso por essa noite, estarei fazendo de tudo que não fiz antes: dançarei na chuva, e se não chover, dançarei sob a luz onde todos puderem me ver, abraçarei um desconhecido, voarei noite adentro e esquecerei da vida apenas para viver do jeito que quiser, ah, vão dizer que ensandeci, mas não me importarei com os julgamentos e não derramarei lágrimas de tristeza, nessa noite, serão permitidos apenas risos e sorrisos e amor, amor infantil e que não machuca, farei o inesperado e impossível, apenas por essa noite, vou me jogar de vez na vida.

Venha, vamos correr por aí e rodar o mundo juntos, ir de norte à sul, leste ao oeste, passaremos por todos os lugares possíveis, imaginaremos os que não existem e sonharemos com os lugares que apenas os sonhos nos permitem ir, apenas permita vir comigo, permita apenas que possamos amar.

Tem vezes que eu sinto vontade de me jogar, de fugir, de ir direto para os braços da realidade, tem vezes que eu sinto vontade de ser mãe, pai e filho, algumas vezes eu quero só sonhar, estar de paz, viver e sentir, outras vezes eu quero apenas ser quem sou.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Here Without You

Ah, já tem um mês que você se foi, estou sorrindo e rindo, continuo vivendo, mas a dor continua latejante em meu peito, volte, volte em meus sonhos, vamos bater um papo, conte-me, como estão as coisas para você por lá? como é que você está? não, não vamos falar sobre mim, você já sabe de tudo sobre, pode me assistir de perto, de longe e de onde você estiver, ande, vamos, apareça em meus sonhos, quero conversar com você, quero saber de tudo, vamos acender um cigarro, tomar um café, correr por aí e fazer coisas doidas que só os sonhos permitem que a gente faça, apenas me dê uma oportunidade para me aproximar uma última vez. Lembro-me de você nas madrugadas solitárias onde conversávamos sobre qualquer coisa, todas nossas memórias me vem em uma só tacada, ah, que grande amigo, e eu te pergunto: o que eu faço agora? e se você estivesse aqui, me ajudaria? que falta que eu sinto, me ajude com as minhas dúvidas, ah, se você soubesse o que você me fez, recuperei um pouco mais da minha fé perdida, passei a lembrar de tudo que gostava de acreditar antes, muito obrigada, muito obrigada! preferia que estivesse aqui junto da gente, preferia não ter recuperado nada, mas a vida escolheu outro caminho, então, tudo o que eu posso fazer é te agradecer por ter passado pela minha vida, deixado a sua marca e a sua lembrança em mim e ter me ensinado, muito obrigada! não digo adeus, pois iremos nos encontrar, nos sonhos, na minha morte, um dia ainda iremos nos ver de novo, então, um até logo.

Já acendi meu incenso para você, fiz minha prece: que você esteja bem  e que olhe e proteja por todos nós que ficamos, cuide sempre da sua família, eles são o que mais sentem a sua faltam, e lembre-se, a minha janela estará sempre aberta para você entrar, as portas dos meus sonhos também, estarão sempre ali, para quando você quiser conversar e correr por aí, ah, até, meu amigo panda, até!